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AÇÃO
Título negociável, que representa a menor parcela em que se divide
o capital de uma sociedade anônima.
AÇÃO AO PORTADOR
Desde 1990 este tipo de ação não existe mais. Esse tipo de
ação não trazia o nome do seu proprietário. Portanto,
pertencia a quem a tivesse em seu poder.
AÇÃO CHEIA (COM)
Ação cujos direitos - dividendos, bonificação, subscrição
- ainda não foram exercidos.
AÇÃO COM VALOR NOMINAL
São ações em que o valor é declarado no estatuto social
da companhia e que figura nos certificados representativos das ações,
devendo esse valor ser igual para todas as ações da companhia.
AÇÃO ENDOSSÁVEL
Tipo de ação nominativa que pode ser transferida mediante endosso.
AÇÃO ESCRITURAL
Ação nominativa sem a emissão de certificados, mantida em conta
de depósito de seu titular, na instituição depositária
que for designada.
AÇÃO GOLDEN SHARE
Ação "dourada" é uma classe especial, que detém
o direito do controle.
AÇÃO LISTADA EM BOLSA
Ação negociada no pregão de uma Bolsa de Valores.
AÇÃO NOMINATIVA
Ação que identifica o nome de seu proprietário, que é
registrado no Livro de Registro de Ações Nominativas da empresa.
AÇÃO ORDINÁRIA
Ação que proporciona participação nos resultados econômicos
de uma empresa; confere ao seu titular o direito de voto em assembléia.
AÇÃO PREFERENCIAL
Ação que oferece a seu detentor prioridade no recebimento de dividendos
e ou, no caso de dissolução da empresa, no reembolso de capital. Em
geral não concede direito a voto em assembléia.
AÇÃO SEM VALOR NOMINAL
Ação para a qual não se convenciona valor de emissão,
prevalecendo o preço de mercado por ocasião do lançamento.
AÇÃO VAZIA (EX)
Ação cujos direitos - dividendo, bonificação e subscrição
- já foram exercidos.
AÇÃO-OBJETO
Valor mobiliário a que se refere uma opção.
Ações DE 2ª LINHA
Ações de empresas privadas de médio e pequeno porte, com baixa
liquidez e pouca procura no mercado de ações.
ABATIMENTO
Mesmo que dedução.
ABERTURA DE CRÉDITO ADICIONAL
Decreto do Poder Executivo determinando a disponibilidade do crédito orçamentário,
com base em autorização legislativa específica.
ACC (ADIANTAMENTO DE CONTRATO DE CÂMBIO)
Esta é uma operação de crédito realizada pelos Bancos
comerciais, através da carteira de câmbio, com exportadores.
ACIONISTA
Aquele que possui ações de uma sociedade anônima.
ACIONISTA MAJORITÁRIO
Aquele que detém uma quantidade tal de ações com direito a
voto que lhe permite manter o controle acionário de uma empresa.
ACIONISTA MINORITÁRIO
Aquele que é detentor de uma quantidade não expressiva - em termos
de controle acionário - de ações com direito a voto.
ACQUIRER
É a administradora que pode afiliar estabelecimentos ao sistema de cartões
de crédito da bandeira da qual é associada. Este tipo de administradora
tem a função de gerenciar, pagar e dar manutenção aos
estabelecimentos afiliados da bandeira.
AD VALOREM
"conforme o valor". Um tributo "ad valorem" é aquele
cuja base de cálculo é o valor do bem tributado. Contrasta com o tributo
específico, arrecadado conforme uma dada quantia por unidade de mercadoria.
ADJUDICAÇÃO
Processo através do qual se passa uma procuração a uma terceira
parte, um agente fiduciário, dando-se amplos direitos de liquidar seus ativos
para satisfazer as reivindicações de credores. No processo licitatório,
é a manifestação oficial pela proposta mais vantajosa
ADMINISTRAÇÃO ATIVA
Estratégia para se administrar um fundo de investimento, na qual o gestor
compra e vende ações tentando obter uma rentabilidade que supere a
do índice estabelecido como referência.
ADMINISTRAÇÃO DIRETA
Estrutura administrativa da Presidência da República e dos Ministérios.
ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA
Ação de gerenciar as finanças públicas privadas.
ADMINISTRAÇÃO INDIRETA
Conjunto de entidades públicas dotadas de personalidade jurídica própria,
compreendendo:a - Autarquias;b - Empresas públicas;c - Sociedades de economia
mista; ed - Fundações públicas.
ADMINISTRAÇÃO PASSIVA
Estratégia para se administrar um fundo de investimento, na qual o gestor
do fundo investe em ações buscando acompanhar o índice previamente
definido. Desse modo, o retorno do fundo será correspondente a, aproximadamente,
o retorno do índice escolhido.
ADMINISTRADOR PÚBLICO
Pessoa encarregada de gerir negócios públicos.
ADR'S (AMERICAN DEPOSITARY RECEIPTS)
Recibos de ações através do qual empresas não sediadas
nos EUA podem negociar seus papéis no mercado de capitais norte-americano.
AFTER MARKET (BOVESPA)
Pregão eletrônico noturno que ocorre todos os dias após o fechamento
do pregão regular. Só estão autorizadas operações
no mercado à vista.
AJUSTE
Instrumento através do qual um ministério ou órgão adjudica
a outro ministério ou órgão a execução de projetos
e atividades constantes de seus programas de trabalho. O ajuste é utilizado
somente quando forem partes, entre si, os próprios ministérios ou
órgãos dos poderes da União, por intermédio de suas
unidades orçamentárias ou gestoras intervenientes.
ALÍQUOTA 1
relação percentual entre o valor do imposto e o valor tributado;2
- soma em dinheiro a ser paga por uma unidade de imposto;3 - elemento constituinte
do imposto4 - percentual a ser aplicado sobre um determinado valor líquido
tributável (base de cálculo), dando como resultado o valor do imposto
a ser pago.
ALADI
Associação Latino-americana de Integração
ALAVANCAGEM 1)
nível de utilização de recursos de terceiros para aumentar
as possibilidades de lucro de uma empresa, aumentando, consequentemente, o grau
de risco da operação;2) possibilidade de controle de um lote de ações,
com o emprego de uma fração de seu valor nos mercados de opções,
termo e futuro - enquanto o aplicador se beneficia da valorização
desses papéis, que pode implicar significativa elevação de
sua taxa de retorno.
ALCANCE
Desfalque, apropriação indébita de dinheiro e/ou outros valores
de terceiros.
ALICE
Análise das Informações de Comércio Exterior
ALIENAÇÃO DE BENS
Transferência de domínio de bens a terceiros.
ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA
Transferência ao credor do domínio e posse de um bem, em garantia de
pagamento por uma obrigação que lhe é devida por alguém.
O bem é devolvido a seu antigo proprietário depois que a dívida
for resgatada.
ALOCAÇÃO DE RECURSOS
Expressão utilizada pelo mercado para definir a escolha dos ativos que irão
compor as carteiras. Trata-se justamente da seleção dos ativos que
serão parte integrante de uma carteira de investimentos e em que quantidade.
ALOCAR
Destinar recursos a um fim específico ou a uma entidade.
AMA (AVISO DE MOVIMENTAÇÃO DE AÇÕES)
É um comunicado emitido pela bolsa aos investidores sempre que uma negociação
é realizada em seu nome no mercado. Através deste documento, o investidor
obtém informações precisas e seguras sobre suas operações,
além de valer como comprovante. É enviado pela bolsa diretamente ao
investidor, sem o intermédio da corretora.
AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMO
Extinção gradativa de uma dívida por meio de pagamento parcelado.
As parcelas de amortização são também conhecidas como
principal da dívida.
ANÁLISE DE BALANÇO
Documento cujo objetivo é observar e confrontar os elementos patrimoniais
de uma empresa (ativos e passivos), visando o conhecimento minucioso de sua saúde
financeira.
ANÁLISE FUNDAMENTALISTA
Projeção do comportamento das ações a partir do estudo
das características particulares de cada empresa. Utilizam-se demonstrações
financeiras divulgadas pela empresa assim como de informações setoriais
e macroeconômicas para fundamentar recomendações sobre quais
papéis devem ser comprados ou vendidos.
ANÁLISE GRAFISTA
Também conhecida por análise técnica, a análise grafista
realiza uma projeção do comportamento das ações a partir
de cotações passadas, para se chegar a uma avaliação
de compra ou venda destes papéis.
ANÁLISE INCREMENTAL
Método de análise orçamentária que consiste em dividir
os recursos disponíveis em pequenos incrementos e considerar qual dos usos
alternativos de cada incremento proporcionaria maior retorno. O conceito de utilidade
marginal indica que a comparação de valores incrementais é
significativa e necessária somente às margens ou próximo delas.
ANDAR DE LADO
Mercado fraco, sem tendência definida, estagnado. Aplicação
emprego da poupança na aquisição de títulos, com o objetivo
de auferir rendimentos.
ANDIMA
Associação Nacional das Instituições do Mercado Aberto.
Instituição no qual reúne bancos comerciais, múltiplos
e de investimento, sociedades corretoras e distribuidoras de valores.
ANO FINANCEIRO
Período correspondente à execução orçamentária.
No Brasil coincide com o ano civil.
ANTECIPAÇÃO DA RECEITA
Processo pelo qual o tesouro público pode contrair uma dívida por
"antecipação da receita prevista", a qual será liquidada
quando efetivada a entrada de numerário
ANTERIORIDADE TRIBUTÁRIA
Princípio que veda a cobrança de um tributo no mesmo exercício
financeiro em que haja sido publicada a lei que o instituiu ou aumentou.
ANUALIDADE DO ORÇAMENTO
Princípio orçamentário que estabelece a periodicidade de um
ano para as estimativas da receita e fixação da despesa, podendo coincidir
ou não com o ano civil.
ANUALIDADE DO TRIBUTO
Princípio pelo qual um tributo só pode ser cobrado, se houver, para
tanto, autorização orçamentária.
ANULAÇÃO DO DESTAQUE OU PROVISÃO
Ato de tornar sem efeito crédito concedido pelo destaque ou provisão.
Poderá ser total ou parcial e somente poderá ser efetuada :Pela unidade
responsável pela descentralização nas seguintes situações:.
quando houver engano no valor do crédito descentralizado ou necessidade de
reduzi-lo;· quando houver alteração orçamentária
que justifique a providência;· quando se tornar necessária a
compressão de despesa;· quando houver cancelamento do ato que lhe
deu origem; ou· quando a provisão ou destaque tiver sido feito indevidamente
ou inadequadamente.
ANULAÇÃO DO EMPENHO
Cancelamento total ou parcial de importância empenhada.
APÓLICES 1
Título representativo da dívida pública, de obrigação
civil e/ou mercantil.2 - Certificado escrito de uma obrigação mercantil.3
- Ação de companhia.4 - Ação de sociedades anônimas.5
- Documento que formaliza o contrato de seguro.
APLICADORA (UNIDADE)
O mesmo que Unidade Aplicadora.
APREGOAÇÃO
Ato de apregoar a compra ou venda de ações, mencionando-se o papel,
tipo, a quantidade de títulos e o preço pelo qual se pretende fechar
o negócio executado por um operador, representante de sociedade corretora,
na sala de negóciações (pregão).
ARBITRAGEM
Sistemática que possibilita a liquidação física e financeira
das operações interpraças, através da qual a mesma pessoa,
física ou jurídica, atuando no mercado à vista, poderá
comprar em uma bolsa e vender em outra, a mesma ação, em iguais quantidades,
desde que haja convênio firmado entre as duas bolsas.
ARRECADAÇÃO 1
Segundo estágio da receita pública, consiste no recebimento da receita
pelo agente devidamente autorizado;2 - É o processo pelo qual, após
o lançamento dos tributos, realiza-se seu recolhimento aos cofres públicos;3
- É o ato de recebimento do imposto do contribuinte pelas repartições
competentes e manifesta-se em dinheiro, de acordo com leis e regulamentos em vigor
e sob imediata fiscalização das respectivas chefias;4 - Arrecadação
da receita consiste em cobrar os tributos, recebê-los e guardar o numerário
respectivo, podendo ser direta (por coleta, por unidades administrativas e por via
bancária) ou indireta (arrendamento, retenção na fonte e estampilha).
ARRENDAMENTO (MERCANTIL) OU "LEASING"
Utilização de ativos fixos específicos sem deter efetivamente
a sua posse. O arrendatário recebe os serviços dos ativos arrendados
pelo arrendador, que possui os ativos. Exige-se um pagamento periódico, chamado
contraprestação, dedutível para fins de imposto de renda. Um
arrendamento operacional é geralmente um acordo cancelável a curto
prazo; um arrendamento financeiro é um contrato não cancelável
a longo prazo.
ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
Reunião dos acionistas, convocada e instalada na forma da lei e dos estatutos,
a fim de deliberar sobre qualquer matéria de interesse social. Sua convocação
não é obrigatória, dependendo das necessidades específicas
da empresa.
ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA
Convocada obrigatoriamente pela diretoria de uma sociedade anônima para verificação
de resultados, leitura, discussão e votação dos relatórios
de diretoria e eleição do conselho fiscal da diretoria. Deve ser realizada
até quatro meses após o encerramento do exercício social.
ASSET ALLOCATION
Trata-se da alocação de recursos utilizada pelos profissionais do
mercado financeiro para fazer referencia à escolha de ativos para a sua carteira
administrada. Asset Allocation é o ato do administrador do fundo de selecionar,
entre os diversos tipos de ativos, aqueles que farão parte da carteira do
fundo e em que percentual de participação.
ASSET MANAGEMENT OU CONTA DE GERENCIAMENTO
Conta junto a uma corretora, banco ou instituição de poupança
em que se combinam serviços bancários - como emissão de cheques,
cartões de crédito e débito, serviços de corretagem
como compra de títulos e empréstimos de margem - e a conveniência
de registrar todas as operações financeiras em um extrato mensal.
ATIVIDADE
Conjunto de operações que se realizam de modo contínuo e que
concorrem para a manutenção da ação do governo.
ATIVO
Bens, direitos e valores pertencentes a uma empresa ou pessoa. Exemplo: imóveis,
dinheiro aplicado, ações, jóias, etc.
ATIVO CIRCULANTE
São os ativos mais líquidos da empresa, ou seja, aqueles que possuem
grande facilidade e rapidez em serem transformados em dinheiro. Exemplo: duplicatas
a receber. Na linguagem técnica da contabilidade, é definido como
os bens e direitos a realizar num prazo inferior a 365 dias da data do encerramento
do exercício social.
ATIVO COMPENSADO
Contas com função precípua de controle, relacionadas aos bens,
direitos, obrigações e situações não compreendidas
no patrimônio mas que, direta ou indiretamente, possam vir a afetá-lo,
inclusive os referentes a atos e fatos administrativos da execução
orçamentária.
ATIVO FINANCEIRO
Créditos e valores realizáveis independentemente de autorização
orçamentária, bem como os valores numerários.
ATIVO FIXO OU ATIVO PERMANENTE
São ativos que a empresa não tem intenção de vender
no curto prazo e que são mais difíceis de se converter em dinheiro
imediatamente, surgindo uma necessidade financeira. Exemplo: prédios, máquinas,
equipamentos, etc.
ATIVO LÍQUIDO
Diferença positiva entre o ativo e o passivo
ATIVO PATRIMONIAL
Conjunto de valores e créditos que pertencem a uma entidade.
ATIVO PERMANENTE
Bens, créditos e valores cuja mobilização ou alienação
dependa de autorização legislativa
ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
Direitos realizáveis normalmente após o término do exercício
seguinte.
ATIVO-OBJETO Instrumento ou ativo designado que pode ser entregue para um contrato
de opções. Por exemplo, o ativo pode ser referenciado em: ações,
commodities, moedas, índices, instrumentos financeiros, ou contratos futuros
(no caso de uma opção sobre contrato futuro).
ATOS ADMINISTRATIVOS Medidas postas em prática para que a administração
pública alcance os seus objetivos.
ATRIBUIÇÕES DO ÓRGÃO CENTRAL DE ORÇAMENTO
Preparar instruções para elaboração das propostas orçamentárias;
orientar e coordenar as atividades dos órgãos setoriais; analisar
e consolidar as propostas orçamentárias dos órgãos setoriais,
elaborando a proposta da União; acompanhar o cumprimento do programa de trabalho
e realizar a avaliação físico-financeira dos projetos e atividades;
disciplinar os critérios da execução orçamentária.
ATRIBUIÇÕES DO ÓRGÃO SETORIAL DE ORÇAMENTO
Preparar instruções para elaboração das propostas orçamentárias
setoriais (caso necessário); orientar e coordenar as atividades dos órgãos
seccionais; analisar e consolidar as propostas orçamentárias dos órgãos
seccionais, elaborando a proposta do ministério; elaborar o programa de trabalho
do ministério; acompanhar o cumprimento do programa de trabalho e realizar
a avaliação físico-financeira dos projetos e atividades do
ministério; elaborar e controlar a programação de desembolso;
disciplinar os critérios da execução orçamentária
observadas as normas do órgão central.
ATUÁRIO
Tipo de cálculo matemático muito utilizado pelas companhias de seguro
para determinar o preço das apólices de seguro a partir do estudo
das probabilidades de que ocorram acidentes ou sinistros.
AUDITOR FINANCEIRO
Profissional responsável por fiscalizar as operações financeiras
da empresa.
AUDITORIA
Exame da saúde financeira de uma empresa, realizada de forma independente,
sem nenhum vínculo permanente com a empresa. Esta avaliação
busca dar maior credibilidade às informações divulgadas, bem
como maior segurança para os usuários das mesmas.
AUMENTO DE CAPITAL
Incorporação de reservas e/ou novos recursos ao capital da empresa.
Realizado, em geral, mediante bonificação, elevação
do valor nominal das ações e/ou direitos de subscrição
pelos acionistas, ou também pela incorporação de outras empresas.
AUMENTO DO VALOR NOMINAL
Alteração do valor nominal da ação em conseqüência
de reservas ao capital de uma empresa sem emissão de novas ações.
AUMENTO VEGETATIVO DA RECEITA
Aquele que se verifica naturalmente, devido, via de regra, ao crescimento econômico,
sem alteração das regras tributárias.
AUTARQUIA
Entidade administrativa autônoma, criada por lei com personalidade jurídica
de direito público, patrimônio próprio e atribuições
estatais específicas para realizar os fins que a lei lhe atribuir.
AUTARQUIA DE REGIME ESPECIAL
Aquela a que a lei instituidora conferir privilégios específicos e
aumentar a sua autonomia comparativamente com as autarquias comuns. São autarquias
de regime especial, entre outras: Banco Central do Brasil (Lei nº 4559/64),
Comissão Nacional de Energia Nuclear (Lei nº 4118/62) e Universidade
de São Paulo (Decreto-Lei nº 13855/44).
AUTORIZAÇÃO
Consentimento dado ao administrador para realizar determinada operação
de receita ou de despesa pública.
AUXÍLIOS
Ajuda concedida pelo poder público, para fins diversos, geralmente com objetivos
altruísticos.
AVERBAÇÃO
Documento utilizado pelo segurado para informar à seguradora sobre verbas
e objetos a garantir nas apólices abertas.
AVERBADORA
Pessoa jurídica contratante de plano de seguro de previdência privada,
que não é participante do custeio do mesmo.
AVERSÃO A RISCO
Característica de investidores que não querem correr riscos; aceitando,
portanto, obter um retorno menor dos seus investimentos.
BALANÇO
Demonstrativo contábil que apresenta, num dado momento, a situação
do patrimônio da entidade pública.
BALANCE TRANSFER
É a transferência do saldo da dívida de um cartão para
outro. O cartão novo liquida a dívida do outro cartão, sendo
a dívida refinanciada com uma taxa mais baixa.
BALANCEADOS
Estão neste segmento os fundos regulamentados pelo Banco Central ou pela
CVM que buscam retorno no longo prazo através de investimento em diversas
classes de ativos (renda fixa, ações e câmbio, por exemplo).
BALANCETE
Balanço parcial da situação econômica e do estado patrimonial
de uma empresa, referente a um período de seu exercício social.
BANCASSURANCE
Cooperação entre uma seguradora e um banco, que pode apresentar- se
de diversas formas, tais como: relação de propriedade, utilização
do balcão para venda, intercâmbio de atividades e outras.
BANCO CENTRAL DO BRASIL
Órgão federal que executa a política monetária do Governo,
administra as reservas internacionais do País e fiscaliza o Sistema Financeira
Nacional.
BANDEIRA
É a instituição que autoriza o emissor a gerar cartões
com sua marca e que coloca estabelecimentos do mundo inteiro à disposição
do portador para utilização deste cartão.
BASE DE CÁLCULO
1 - Grandeza econômica ou numérica sobre a qual se aplica a alíquota
para obter o "quantum" do imposto.
2 - Valor que se deve tomar como ponto de partida imediato para o cálculo
das alíquotas do imposto com o fim de individualizá-lo em cada caso.
3 - Limite preestabelecido de uma grandeza econômica ou numérica sobre
a qual se aplica a alíquota para obter o "quantum" a pagar ou a
receber.
BASE MONETÁRIA
É o passivo monetário do Banco Central, também conhecido como
emissão primária de moeda. Inclui o total de cédulas e moedas
em circulação e os recursos da conta "Reservas Bancárias".
É a principal variável de política monetária, refletindo
o resultado líquido de todas as operações ativas e passivas
do Banco Central. Fatores condicionantes: Refere-se às fontes de criação
(emissão de moeda pelo Banco Central) ou destruição (recolhimento
de moeda pelo Banco Central) de moeda primária (base monetária). Toda
operação/intervenção do Banco Central que resulta em
entrega de papel-moeda e/ou crédito em contas de "Reservas Bancárias"
significa expansão monetária (criação de moeda) e é
apresentada com sinal positivo. Ao contrário, toda operação/intervenção
do Banco Central que resulta em recebimento e/ou débito em contas de "Reservas
Bancárias" significa contração monetária e é
apresentada com sinal negativo. Deve-se ressaltar a diferença entre fabricação
e emissão de moeda: a fabricação é um processo fabril
de cédulas e moedas e a emissão é um processo econômico
que resulta em crescimento da oferta monetária, tanto física (cédulas
e moedas) quanto escritural (Reservas Bancárias).
BASE MONETÁRIA AMPLIADA
O conceito amplo de base monetária foi introduzido no Plano Real com o pressuposto
de que agregados mais amplos sejam melhor correlacionados com os preços na
economia brasileira, visto que mais perfeitamente captam a substitutibilidade entre
a moeda, em seu conceito mais restrito, e os demais ativos financeiros. Inclui,
além da base restrita, os principais passivos do Banco Central e do Tesouro
Nacional (compulsórios e títulos federais).
BATER
Gíria orçamentária que significa a coincidência entre
valores ou programações apuradas através de levantamentos diferentes.
Ex.: As informações enviadas pelo Ministério "batem"
com as do balanço
BBC (BÔNUS DO BANCO CENTRAL DO BRASIL)
Título de responsabilidade do Banco Central do Brasil, emitido para fins
de política monetária, exclusivamente sob a forma escritural, no SELIC.
Título de rentabilidade prefixada ou de rentabilidade pós-fixada definida
pela taxa SELIC.
Lei no 4.595, de 31/12/64, art. 11, inciso V.
BENCHMARKING
É um processo gerencial para avaliar, medir e comparar produtos, serviços,
processos e funções de empresas identificadas como "melhores
da classe" com a finalidade de melhorar a organização, a comparação
com os concorrentes. Além disso, visa desenvolver objetivos, produtos e processos,
e também estabelecer prioridades e metas. A idéia básica é
de que, ainda que não haja um modelo ideal a ser seguido, existem muitas
empresas excelentes com as quais se pode aprender coisa relevante.
BENEFICIÁRIO
Pessoa física ou jurídica a quem o segurado reconhece o direito de
receber a quantia correspondente a determinada indenização derivada
da apólice do seguro. Em princípio, o segurado é o beneficiário
do seguro, mas também há casos em que ele indica um beneficiário
(plano de previdência privada e seguros de vida), onde o risco coberto é
a morte do próprio segurado.
BETA
Medida do risco de um determinado ativo, que mede a sensibilidade dele em relação
a determinado índice. Por exemplo, se uma ação se comporta
exatamente como o Ibovespa, dizemos que ela tem beta=1. Se a ação
variar mais que o Ibovespa, mas no mesmo sentido, ela terá beta>1 (beta
maior do que um). Se variar menos, mantendo o mesmo sentido, o beta será
menor do que um (beta < 1).
BID (BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO)
Órgão internacional de ajuda a países subdesenvolvidos e em
desenvolvimento na América Latina.
BILHETE DE SEGURO
Documento jurídico, emitido pelo segurador, que substitui a apólice
de seguro. Foi criado com o objetivo de facilitar a contratação do
seguro, dispensando o preenchimento da proposta.
BIRD (BANCO MUNDIAL)
Órgão internacional de ajuda a países subdesenvolvidos e em
desenvolvimento no mundo. Também conhecido como Banco Mundial, o BIRD foi
criado logo após a 2ª Guerra Mundial para a ajudar a Europa Oriental.
BITRIBUTAÇÃO
Ocorrência de dois tributos sobre a mesma base de cálculo.
BÔNUS DE SUBSCRIÇÃO
Título negociável que dá direito à subscrição
de novas ações, emitido por uma empresa, dentro do limite de aumento
de capital autorizado em seu estatuto.
BÔNUS DO BANCO CENTRAL DO BRASIL (BBC)
Título de responsabilidade do Banco Central do Brasil, emitido para fins
de política monetária, exclusivamente sob a forma escritural, no SELIC.
Título de rentabilidade prefixada ou de rentabilidade pós-fixada definida
pela Taxa SELIC.
Base Legal: Lei no 4.595, de 31/12/64, art. 11, inciso V.
BLOCK-TRADE
Leilão de grande lote de ações nas Bolsas de Valores.
BLOCO ECONôMICO
De acordo com os critérios definidos pela SECEX e seguindo a constituição
de regiões econômicas e de continentes, os países são
agrupados por blocos econômicos.
BLOQUEIO DE POSIÇÃO
Operação através da qual um aplicador impede o exercício
de sua posição mediante a compra, em pregão, de uma opção
da mesma série da anteriormente lançada.
BLUE CHIP
Em geral, ações de empresas tradicionais e de grande porte, com grande
liquidez e procura no mercado de ações.
BNDES (BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONôMICO E SOCIAL)
Órgão governamental ao qual compete a implementação
de políticas de investimentos empresariais de longo prazo.
BOLSA DE MERCADORIAS E FUTUROS
Uma das maiores de futuros do mundo, a lider é a Bolsa de Chicago (Chicago
Mercantil Exchange).
O princípio desse mercado é o produtor vender contratos de sua mercadoria
para entrega futura ao consumidor, garantido assim tanto ao produtor como para o
consumidor o preço da mercadoria, podendo planejar suas atividades evitando
surpresas.
BOLSA DE VALORES
A primeira Bolsa de Valores surgiu no século 14 devido à força
do comércio e das necessidades de capital por parte das empresas e governos.
Bélgica fundou a Bolsa de Brugues, em 1309. Bolsa de Antuéria, em
1460. Inglaterra, em 1566, Bolsa de Londres; 1585, Frankfurt; 1611 Amsterdã;
1792 Nova York, idealizada por um grupo de 24 empresários do comércio
e das finanças organizaram o mercado de investimentos norte-americano, somente
em 1817 é que foi fundada o que é hoje a maior bolsa de valores do
mundo; 1845 Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, incorporada em 2000 pela Bovespa;
1890 a Bovespa.
BOLSA EM ALTA
Quando o índice de fechamento de determinado pregão é superior
ao índice de fechamento anterior.
BOLSA EM BAIXA
Quando o índice de fechamento de determinado pregão é inferior
ao índice de fechamento anterior.
BOLSA ESTáVEL
Quando o índice de fechamento de determinado pregão está no
mesmo nível do índice de fechamento anterior.
BONIFICAÇÃO EM DINHEIRO
Distribuição aos acionistas, além dos dividendos, de valor
em dinheiro referente a reservas até então não incorporadas.
BOOM
Fase no mercado de ações em que o volume de transações
ultrapassa, acentuadamente, os níveis médios em determinado período,
com expressivo aumento das cotações.
BRADIES
Títulos que foram emitidos a partir de 1994 por países emergentes
para a renegociação de suas respectivas dívidas externas. O
nome "brady" vem de Nicholas Brady, secretário do Tesouro americano
e idealizador desse processo.
BTN (BÔNUS DO TESOURO NACIONAL)
Este título não existe mais. O Governo emitia as BTNs para captar
recursos no mercado financeiro visando a execução e o financiamento
das suas dívidas.
B2B (BUSINESS-TO-BUSINESS)
Comércio eletrônico entre empresas.
B2C (BUSINESS-TO-CONSUMER)
Comércio eletrônico para o consumidor.
CÂMBIO
Uma operação de câmbio envolve a negociação de
moeda estrangeira através da troca da moeda de um país pela de outro.
Uma pessoa que pretende viajar para o exterior precisa fazer uma operação
de câmbio, trocando seus reais pela moeda do país que vai visitar.
CÂMBIO FLUTUANTE
Taxa de conversão de reais por dólares no mercado flutuante.
CÂMBIO PARALELO
Taxa de conversão de reais por dólares no mercado paralelo.
C-BOND
Principal título da dívida externa brasileira, com vencimento em 2014
são usualmente chamados de Bradies.
CADASTRO DE CLIENTES
Conjunto de dados e informações gerais sobre a qualificação
dos clientes e das sociedades corretoras.
CADASTRO DE CONVÊNIO
Cadastramento de convênios, bem como suas eventuais alterações.
CADASTRO DE FORNECEDORES
Cadastramento dos prestadores de serviços e/ou fornecedores de material ao
serviço público.
CADASTRO DESCRITIVO
Documento que explicita as informações necessárias para análise
do projeto ou atividade
CADERNETA DE POUPANÇA
Depósito de recursos, em dinheiro, que acumula juros e correção
monetária, cujos recursos são destinados ao financiamento da construção
e da compra de imóveis.
CAIXA DE REGISTRO E LIQUIDAÇÃO
Empresa responsável pela liquidação e compensação
das negociações à vista, a termo e de opções,
realizadas em Bolsa.
CALISPA
Empresa controlada pela Bolsa de Valores de São Paulo. Sua função
é compensar e liquidar financeiramente as operações realizadas
na Bovespa.
CALL
Veja opção de compra de ações.
CAMPO
Atributo de um registro. Cada campo armazena uma informação.
CAPITAL
É a soma de todos os recursos, bens e valores, mobilizados para a constituição
de uma empresa.
CAPITAL ABERTO (COMPANHIA DE)
Empresa que tem suas ações registradas na Comissão de Valores
Mobiliários (CVM), e distribuídas entre um determinado número
de acionistas, que podem ser negociadas em Bolsas de Valores ou no mercado de balcão.
CAPITAL AUTORIZADO
Limite estatutário de competência da assembléia geral ou do
conselho de administração para aumentar, independentemente de reforma
estatutária, o capital social.
CAPITAL DE GIRO
Recursos utilizados por uma empresa para financiar sua produção, suas
vendas, seu estoque.
CAPITAL DE RISCO
Capital investido em atividades ou investimentos, nos quais existe possibilidade
de perdas e ao mesmo tempo possibilidade de ganhos superiores aos habituais.
CAPITAL DE TERCEIROS
Valor dos recursos de terceiros utilizados para a manutenção da atividade
de uma empresa.
CAPITAL EXTERNO
Capital de origem estrangeira.
CAPITAL FECHADO (COMPANHIA DE)
Empresa com capital de propriedade restrita, cujas ações não
podem ser negociadas em Bolsas de Valores ou no mercado de balcão.
CAPITAL FINANCEIRO
É o capital representado por títulos, obrigações, certificados
e outros papéis negociáveis e que podem ser convertidos em dinheiro
com rapidez.
CAPITAL SOCIAL
Montante de capital de uma sociedade anônima que os acionistas vinculam a
seu patrimônio como recursos próprios, destinados ao cumprimento dos
objetivos da mesma.
CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO A INTEGRALIZAR
Parcela de subscrição que o acionista deverá pagar, de acordo
com determinação do órgão que autorizou o aumento de
capital de uma sociedade.
CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E REALIZADO
Montante de capital social acrescido da parcela de subscrição paga
pelo acionista.
CAPITALIZAÇÃO
Ampliação do patrimônio, via reinversão de resultados
ou captação de recursos, pela emissão de ações.
CAPTAÇÃO
Obtenção de recursos para aplicação a curto, médio
e ou longo prazos.
CARÊNCIA
Prazo previsto contratualmente, durante o qual não há exigência
de pagamento da parcela do principal, ou seja, amortização. Normalmente,
durante a carência o mutuário paga a parcela de juros.
CARGA TRIBUTÁRIA
Totalidade de tributos que incidem sobre os contribuintes
CARREGAMENTO
É o percentual incidente sobre as contribuições pagas, para
atender às despesas administrativas, de corretagem e colocação
do plano de previdência.
CARTÃO CO-BRANDED
É uma variação do cartão de afinidade. O cartão
carrega o logotipo da empresa associada e a bandeira, trazendo vantagens específicas
para seus associados como, por exemplo, milhagem áreas e descontos progressivos
na anuidade.
CARTEIRA DE AÇÕES
Conjunto de ações de diferentes empresas, de propriedade de pessoas
físicas ou jurídicas.
CARTEIRA DE TíTULOS
Conjunto de títulos de renda fixa e variável, de propriedade de pessoas
físicas ou jurídicas.
CARTEL
Grupo de empresas que fazem um acordo para agir coordenadamente, visando seus interesses
comuns.
CATEGORIA ECONôMICA
Classificação das receitas e despesas em operações correntes
ou de capital, objetivando propiciar elementos para uma avaliação
do efeito econômico das transações do setor público.
CAUÇÃO
Garantia à realização de direitos subjetivos. Em senso estrito,
é a garantia dada ao cumprimento de obrigações.
CAUTELA
Certificado que materializa a existência de um determinado número de
ações; também chamada título múltiplo.
CA2R
Câmara para Assuntos de Administração de Risco.
CBLC
Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia.
CDC (CRÉDITO DIRETO AO CONSUMIDOR)
Financiamento pessoal concedido para aquisição de bens e serviços.
O crédito é geralmente utilizado para a aquisição de
eletrodomésticos e veículos.
CDP (CERTIFICADO DA DÍVIDA PÚBLICA)
Título de responsabilidade do Tesouro Nacional, emitido com a finalidade
exclusiva de quitação de dívidas junto ao Instituto Nacional
do Seguro Social – INSS. Emitido exclusivamente sob a forma escritural na
CETIP. Título de rentabilidade pós-fixada pela variação
da TR.
Lei no 9.711, de 20/11/98
CERTIFICADO
Documento que comprova a existência e a posse de determinada quantidade de
ações.
CERTIFICADO DA DÍVIDA PÚBLICA (CDP)
Título de responsabilidade do Tesouro Nacional, emitido com a finalidade
exclusiva de quitação de dívidas junto ao Instituto Nacional
do Seguro Social – INSS. Emitido exclusivamente sob a forma escritural na
CETIP. Título de rentabilidade pós-fixada pela variação
da TR.
Base Legal: Lei no 9.711, de 20/11/98; Decreto no 3.540, de 11/07/00; Portaria MF
no 214, de 14/07/00.
CERTIFICADO DE DEPÓSITO
Título representativo das ações depositadas em uma instituição
financeira. Algumas empresas do Mercosul são negociadas nas Bolsas de Valores
brasileiras através desse mecanismo.
CERTIFICADO DE DEPÓSITO BANCÁRIO (CDB)
Títulos emitidos por bancos de investimento e comerciais, representativo
de depósitos a prazo.
CERTIFICADO DE DESDOBRO
Comprovante do desdobramento de um certificado de ações em vários
outros.
CERTIFICADO DO TESOURO NACIONAL (CTN)
Título de responsabilidade do Tesouro Nacional, emitido diretamente para
mutuários do crédito agrícola, com a finalidade exclusiva de
servir como garantia do principal na novação das referidas dívidas,
junto às instituições financeiras. Emitido exclusivamente sob
a forma escritural na CETIP. Título de rentabilidade pós-fixada pela
variação do IGP-M.
Base Legal:M.P. 2.096-89, de 25/01/2001; Decreto no 3.540, de 11/07/00; Portaria
MF no 214, de 14/07/00.
CERTIFICADO FINANCEIRO DO TESOURO (CFT)
Título de responsabilidade do Tesouro Nacional, emitido para a realização
de operações financeiras definidas em lei, exclusivamente sob a forma
escritural, na CETIP. Título de rentabilidade pós-fixada (a exceção
do CFT-F), possuindo diversas séries, cada qual com índice de atualização
próprio (IGP-M, Dólar, TR etc).
Base Legal: M.P. 2.096-89, de 25/01/2001; Decreto no 3.540, de 11/07/00.
CETIP
Criada em 1986, a Central de Custódia e de Liquidação Financeira
de Títulos - CETIP registra e custodia todos os Créditos Securitizados
da União, da Dívida Agrícola (Lei no 9.138, de 29/11/95), dos
Títulos da Dívida Agrária - TDA e dos Certificados Financeiros
do Tesouro - CFT.
CFT (CERTIFICADO FINANCEIRO DO TESOURO)
Título de responsabilidade do Tesouro Nacional, emitido para a realização
de operações financeiras definidas em lei, exclusivamente sob a forma
escritural, na CETIP. Título de rentabilidade pós-fixada, possuindo
diversas séries, cada qual com índice de atualização
próprio (IGP-M, dólar, TR etc).
M.P. 1.974-77, de 09/03/2000 - Decreto no 3.287, de 14/12/99 - Portaria MF no 270,
de 08/07/99
CHAMADA DE BÔNUS
Resgate de bônus pelo emitente, mediante o pagamento antes do vencimento.
CHAMADA DE CAPITAL
Subscrição de ações novas, com ou sem ágio, para
aumentar o capital de uma empresa.
CICLO ORÇAMENTÁRIO
1 - Período compreendido entre a elaboração da proposta orçamentária
e o encerramento do orçamento;
2 - Período de tempo necessário para que o orçamento esgote
suas quatro fases: elaboração, aprovação, execução
e controle.
CIRCUIT BREAKER
Norma adotada pelas Bolsas de Valores, que diz que o pregão é interrompido
imediatamente toda vez que o índice tiver queda de dez pontos percentuais.
CISÃO
É o processo de transferência, por uma empresa, de parcelas de seu
patrimônio a uma ou mais sociedades, já existentes ou constituídas
para esse fim, extinguindo-se a empresa cindida se houver versão de todo
o seu patrimônio.
CÓDIGO
Conjunto de dígitos utilizados para individualizar órgãos,
instituições, classificações, fontes de recursos, etc.
CLASSIFICAÇÃO DAS CONTAS PÚBLICAS
Agrupamento das contas públicas segundo a extensão e compreensão
dos respectivos termos. Extensão de um termo é o conjunto dos indivíduos
ou objetos designados por ele; compreensão desse mesmo termo é o conjunto
das qualidades que ele significa, segundo a lógica formal. Qualquer sistema
de classificação, independentemente do seu âmbito de atuação
(receita ou despesa), constitui instrumento de planejamento, tomada de decisões,
comunicação e controle.
CLASSIFICAÇÃO ECONôMICA DA DESPESA
Composta pela categoria econômica, pelo grupo a que pertence a despesa, pela
modalidade de sua aplicação e pelo objeto final de gasto. Possibilita
tanto informação macroeconômica sobre o efeito do gasto do setor
público na economia, através das primeiras três divisões,
quanto para controle gerencial do gasto, através do elemento de despesa.
O código da classificação da natureza da despesa é constituído
por seis algarismos, distribuídos da seguinte forma: categoria econômica
grupo modalidade elemento
Duas situações especiais devem ser consideradas. A primeira relativa
aos "investimentos em regime de programação especial", cujo
código, na Lei Orçamentária, é "4.5.xx.99",
onde "99" representa "elemento de despesa a classificar". Neste
caso, o elemento de despesa "99" deve ser obrigatoriamente especificado
quando da aprovação do plano de aplicação correspondente.
A segunda situação diz respeito à reserva de contingência,
que é identificada pelo código "9.0.00.00".
CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL PROGRAMÁTICA
Agrupamento das ações do governo em grandes áreas de sua atuação,
para fins de planejamento, programação e orçamentação.
Compreende as funções, representando o maior nível de agregação
das ações do governo, desdobrando-se em PROGRAMAS, pelos quais se
estabelecem produtos finais, que concorrem à solução dos problemas
da sociedade. Podem desdobrar-se em SUBPROGRAMAS quando necessário para maior
especificação dos produtos finais. Programas e/ou subprogramas desdobram-se
em PROJETOS e ATIVIDADES, que possibilitam alcançar seus produtos e objetivos.
Subprodutos e Subatividades constituem-se no menor nível de desagregação
da ação do governo, com destinação de recursos na Lei
Orçamentária. O código da classificação funcional-programática
compõe-se de treze algarismos assim distribuídos:
FUNÇÃO PROGRAMA SUBPROGRAMA P/A
Esta classificação foi instituída pela SEPLAN, através
da Portaria nº 4, de 28.01.74 e reformulada posteriormente pela Portaria nº
4, de 13.03.75 e atualizada pela Portaria nº 24, de 14-07-76.
CLASSIFICAÇÃO INSTITUCIONAL
Evidencia a distribuição dos recursos orçamentários
pelos órgãos e unidades orçamentárias responsáveis
pela execução. Um órgão ou uma unidade orçamentária
pode, eventualmente, não corresponder a uma estrutura administrativa, como,
por exemplo, "Encargos Financeiros da União", "Transferência
a Estados, Distrito Federal e Municípios", "Reserva de Contingência",
etc..
O código da classificação institucional compõe-se de
cinco algarismos, sendo os dois primeiros reservados à identificação
do órgão e os três últimos à unidade orçamentária.
CLASSIFICAÇÃO ORÇAMENTÁRIA
Organização do orçamento segundo critérios que possibilitam
a compreensão geral das funções deste instrumento, propiciando
informações para a administração, a gerência e
a tomada de decisões. No modelo orçamentário brasileiro são
observadas as seguintes classificações:
Da Despesa: classificação institucional, classificação
funcional programática e de natureza da despesa;
Da Receita: classificação por categorias econômicas e por grupo
de fontes
CLEARING
Termo utilizado para designar instituições que, como a CBLC, prestam
serviços de compensação e liquidação de operações
realizadas em Bolsas de Valores ou outros mercados organizados. Tais instituições
são responsáveis pelo cálculo das obrigações
dos participantes do mercado para a liquidação de suas operações,
por meio da troca de ativos por seus respectivos valores financeiros, podendo também
ser responsáveis pela transferência dos títulos e crédito
dos saldos a seus participantes.
CMN (CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL)
O CMN é um orgão normativo responsável pela fixação
das diretrizes da política Monetária, Cambial e Creditícia
do País, de forma à compatibilizá-las com as metas econômicas
do Governo Federal. Seu orgão executor é o Banco Central. Atualmente
o CMN é composto pelo Presidente do Banco Central e pelos Ministros da Fazenda
e do Planejamento.
CNBV (COMISSÃO NACIONAL DE BOLSAS DE VALORES)
Associação civil sem fins lucrativos, que tem a função
de representar os interesses das bolsas de valores do País perante as autoridades
monetárias e reguladoras do mercado.
COBERTURA
Garantia de indenização ao Segurado ou aos seus beneficiários
dos prejuízos decorrentes da ocorrência de um dos riscos previstos
no contrato do seguro.
COBERTURA ORÇAMENTÁRIA
Dotação orçamentária para atender despesas com subprojeto
ou subatividade, proveniente de lei orçamentária ou créditos
adicionais.
COFINS
Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social. Tributo que
incide sobre o faturamento bruto das empresas.
COLOCAÇÃO DIRETA
Aumento de capital realizado pela subscrição de ações,
pelos atuais acionistas, diretamente em uma empresa.
COLOCAÇÃO INDIRETA
Aumento de capital realizado mediante subscrição, no qual a totalidade
das ações é adquirida por uma instituição financeira
ou por um grupo reunido em consórcio, para posterior colocação
no mercado secundário.
COMBINAÇÃO DE OPÇÕES
Compra ou venda de duas ou mais séries de opções sobre a mesma
ação-objeto, porém com preços de exercício e/ou
datas de vencimento diferentes.
COMISSÃO (CARTÃO DE CRÉDITO)
É a comissão paga pelo estabelecimento à instituição
que o afiliou pela utilização do cartão por parte do usuário.
Esta comissão varia de acordo com a negociação entre a instituição
e o estabelecimento.
COMISSÃO DE COMPROMISSO
Comissão comumente cobrada pelos credores externos sobre o valor não
desembolsado do empréstimo
COMISSÃO DE REPASSE
Percentual aplicado sobre o saldo devedor, devido a credor nacional (operação
interna), em contrato cuja origem dos recursos é externa. A forma do cálculo
é semelhante à de juros, com taxas variando, normalmente, entre 0,5
e 4,0% a.a
COMITENTE
Pessoa que encarrega uma outra de comprar, vender ou praticar qualquer ato, sob
suas ordens e por sua conta, mediante certa remuneração a que se dá
o nome de comissão.
COMMERCIAL PAPER
Nota promissória emitida por uma empresa no mercado externo para captação
de recursos à curto prazo, gerando portanto uma dívida de curto prazo
para a empresa. Uma modalidade de captação de recursos no exterior
para atender necessidades financeiras de uma empresa (expansão, investimentos,
etc).
COMMODITY
Nas relações comerciais internacionais, o termo designa um tipo particular
de mercadoria em estado bruto ou produto primário de importância comercial,
como é o caso do café, algodão, estanho, cobre, etc ...
COMPANHIA ABERTA
Toda empresa cuja ação é comercializada em bolsa de valores.
Também chamada empresa de capital aberto.
COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA
Capacidade atribuída a uma entidade estatal para instituir, arrecadar e administrar
tributos. É disciplinada e limitada pela Constituição, onde
existem tributos de competência privativa ou concorrente da União,
dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
COMPRA
Toda aquisição remunerada de bens e/ou serviços para fornecimento
de uma só vez ou parceladamente.
COMPRA EM MARGEM
Aquisição de ações à vista, com recursos obtidos
pelo investidor por meio de um financiamento com uma sociedade corretora que opere
em Bolsa. É uma modalidade de operação da Conta Margem.
COMPROR
É uma operação de financiamento de compras, sendo que a iniciativa
parte do comprador e nele se concentra o risco de crédito. O compror consiste
no financiamento a clientes do banco, para suas compras junto aos fornecedores.
O risco da operação concentra-se no comprador, não existindo
regresso contra o fornecedor (vendedor).
COMPULSÓRIO
Parte dos recursos aplicados em depósitos à vista e a prazo nas instituições
financeiras que ficam retidos no Banco Central.
CONCORDATA
Benefício concedido por lei à empresa insolvente, que não tem
condições momentâneas de saldar seus compromissos, para evitar
ou suspender a declaração de sua falência, ficando obrigada
a liquidar suas dívidas dentro de um prazo estabelecido judicialmente.
CONCORRÊNCIA
Modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase
de habilitação, comprovem possuir os requisitos mínimos de
qualificação exigidos no edital da licitação para a
execução de seu objeto.
CONCURSO
Modalidade de licitação entre quaisquer interessados, para a escolha
de trabalho técnico ou artístico, mediante a instituição
de prêmio aos vencedores.
CONFIRMAÇÃO
Aviso que o corretor dá ao cliente da efetivação de uma negociação
com ações.
CONFISCO CAMBIAL
Apropriação de parte da receita em moeda estrangeira, auferida das
exportações.
CONFORMIDADE CONTÁBIL
Registro promovido pelo órgão de contabilidade, certificando a legalidade
do fato praticado e a sua adequada classificação contábil.
CONFORMIDADE DE REGISTRO
Conformidade a ser dada pelas Unidades Gestoras, "off line", aos registros
diários efetuados por sua unidade, "POLO SIAFI"
CONTA CORRENTE E DISPONIBILIDADE FINANCEIRA
Conta onde se efetua o registro das operações financeiras efetuadas
por Unidades Gestoras, "on line", no SIAFI, cujo saldo corresponde às
disponibilidades financeiras das UGs (limite de saque).
CONTRATO DE CÂMBIO
Contrato para troca de moedas. O contrato troca entre dólar e real estabelece
a quantidade de reais que devem ser trocados por uma quantidade de dólares.
CONTRATO DE OPÇÃO
É o contrato pelo qual se firma o direito de uma parte comprar ou vender,
até (ou em) determinada data, uma quantidade de um ativo-objeto a um preço
pré-estabelecido.
CONTRATO FUTURO
São contratos padronizados pela BM&F e através dos quais são
negociados diferentes ativos financeiros.
CONTRIBUIÇÃO
É o valor de aporte efetuado ao plano de previdência.
CONTROLE ACIONÁRIO
Posse, por um acionista ou grupo de acionistas, da maior parcela de ações
de uma empresa, com direito a voto, garantindo o poder de decisão sobre ela.
COPOM
Comitê de Política Monetária do Banco Central que se reúne
periodicamente para tomar decisões e formular a política monetária
do País.
CORRENTE DE COMÉRCIO
Resultado da soma das exportações com as importações
e representa o total de comércio transacionado por um país com o exterior.
CORRETAGEM
Taxa de remuneração de um intermediário financeiro na compra
ou venda de títulos.
CORRETOR
Intermediário na compra e venda de títulos.
CORRETORES DE SEGUROS
Profissionais autorizados legalmente a intermediar o contrato de seguro entre a
seguradora e o segurado. Devem orientar e esclarecer o segurado sobre as coberturas
que se encaixam ao seu perfil.
COSSEGURO
Operação em que mais de um segurador participa diretamente, em uma
mesma apólice, de um mesmo risco. Cada segurador é responsável
por uma quota do seguro.
COTAÇÃO
É o valor de qualquer ativo negociado no mercado.
COTAÇÃO DE ABERTURA
Cotação de um título na primeira operação realizada
em um dia de negociação.
COTAÇÃO DE FECHAMENTO
Última cotação de um título em um dia de negociação.
COTAÇÃO MáXIMA
A maior cotação atingida por um título no decorrer de um dia
de negociação.
COTAÇÃO MÉDIA
Cotação média de um título, constatada no decorrer de
um dia de negociação.
COTAÇÃO MíNIMA
A menor cotação atingida por um título no decorrer de um dia
de negociação.
CPMF (CONTRIBUIÇÃO PROVISÓRIA SOBRE MOVIMENTAÇÃO
FINANCEIRA)
Contribuição cobrada sobre todo dinheiro que sai de uma conta corrente,
não importando o motivo da retirada, seja para pagar uma conta, seja para
aplicar em um fundo de investimento.
CRÉDITO ROTATIVO
É o refinanciamento do saldo do cartão de crédito p-or meio
do pagamento de um valor mínimo. As instituições cobram uma
taxa de juros por este serviço.
CRÉDITO SECURITIZADO
Título de responsabilidade do Tesouro Nacional, emitido em decorrência
de assunção e renegociação de dívidas da União
ou por ela assumidas por força de lei. Emitido exclusivamente sob a forma
escritural na CETIP. Títulos de rentabilidade pós-fixada, possuindo
diversas séries, cada qual com índice de atualização
próprio (IGP-DI, Dólar e TR).
Base Legal: Lei no 8.029, de 12/04/90; Lei no 9.711, de 20/11/98; Decreto no 1.647,
de 26/09/95; Decreto no 1.785, de 11/01/96; Decreto no 1.907, de 17/05/96.
CTN (CERTIFICADO DO TESOURO NACIONAL)
Título de responsabilidade do Tesouro Nacional, emitido diretamente para
mutuários do crédito agrícola, com a finalidade exclusiva de
servir como garantia do principal na novação das referidas dívidas,
junto às instituições financeiras. Emitido exclusivamente sob
a forma escritural na CETIP. Título de rentabilidade pós-fixada pela
variação do IGP-M.
MP 1974-77, de 09/03/00 - Decreto no 2.701, de 30/07/98 - Portaria MF no 270, de
08/07/99
CUB
Custo Unitário Básico - Índice que reflete o ritmo dos preços
de materiais de construção e da mão-de-obra no setor. Calculado
por sindicatos estaduais da indústria da construção, chamados
de Sinduscon, e usado em financiamentos de imóveis.
CUPOM
Valor pago periodicamente atrelado a algum título.
CUSTÓDIA
Guarda de títulos e valores. É o local onde os títulos e as
ações são registrados em nome de quem os comprou, garantindo
a sua propriedade.
CUSTÓDIA DE TíTULOS
Serviço de guarda de títulos e de exercício de direitos, prestado
aos investidores.
CUSTÓDIA FUNGÍVEL
Serviço de custódia no qual os valores mobiliários retirados
podem não ser os mesmos depositados, embora sejam da mesma espécie,
qualidade e quantidade.
CUSTÓDIA INFUNGÍVEL
Serviço de custódia no qual os valores mobiliários depositados
são mantidos pelo depositante.
CVM (COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS)
A CVM é uma autarquia federal que regula, disciplina e fiscaliza as bolsas
de valores e as companhias abertas.
DÉFICIT
Excesso de despesa sobre a receita, quer na previsão, quer na realização.
DÉFICIT COMERCIAL
Valor obtido quando o volume das importações supera as exportações
num dado período de tempo.
DÉFICIT CONSOLIDADO DE CAIXA DO GOVERNO FEDERAL
Consolidação do déficit de caixa do Tesouro Nacional e do Banco
Central. Indica a variação líquida dos recursos injetados ou
retirados da economia em consequência das operações do Banco
Central e Tesouro Nacional.
DÉFICIT DE CAIXA DO TESOURO NACIONAL
Diferença entre receitas e despesas efetivas realizadas em um determinado
período de tempo, decorrendo da execução financeira do orçamento
da União, no regime de caixa.
DÉFICIT FINANCEIRO
Maior saída de numerário em relação a entrada, em um
determinado período.
DÉFICIT OPERACIONAL
Necessidade de financiamento do setor público, excluindo-se os efeitos da
correção monetária e cambial nas despesas e nas receitas.
DÉFICIT ORÇAMENTÁRIO
Despesa maior do que receita, havendo distinção entre déficit
previsto e o déficit da execução orçamentária.
DÉFICIT ORÇAMENTÁRIO BRUTO
Diferença entre as receitas e as despesas de um orçamento público,
não se considerando, nas receitas de capital, as operações
de crédito a serem contratadas para o financiamento do déficit.
DÉFICIT PATRIMONIAL
Ativo menor do que o passivo.
DÍVIDA ATIVA
A constituída pelos créditos do Estado, devido ao não pagamento
pelos contribuintes, dos tributos, dentro dos exercícios em que foram lançados.
Por isso, só os tributos diretos, sujeitos a lançamento prévio,
constituem dívida ativa. Não obstante, tem sido aceito o critério
de estender-se o conceito de dívida ativa a outras categorias de receita,
como as de natureza patrimonial e industrial, bem como provenientes de operações
diversas com a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios,
etc
DÍVIDA CONSOLIDADA
Ver Dívida Fundada.
DÍVIDA EXTERNA PRIVADA
Dívida das empresas sediadas no Brasil com credores estrangeiros, sejam governos,
empresas ou pessoas de fora do país.
DÍVIDA EXTERNA PÚBLICA
Dívida do governo brasileiro com credores estrangeiros, sejam outros governos,
empresas ou pessoas fora do país.
DÍVIDA INTERNA PRIVADA
Dívida das empresas com governos, empresas e pessoas dentro do país.
DÍVIDA INTERNA PÚBLICA
Compromissos assumidos por entidade pública dentro do país, portanto,
em moeda nacional.
DÍVIDA NÃO CONSOLIDADA
Ver Dívida Flutuante.
DÍVIDA PÚBLICA
Compromissos de entidade pública decorrentes de operações de
créditos, com o objetivo de atender às necessidades dos serviços
públicos, em virtude de orçamentos deficitários, caso em que
o governo emite promissórias, bônus rotativos, etc., a curto prazo,
ou para a realização de empreendimentos de vulto, em que se justifica
a emissão de um empréstimo a longo prazo, por meio de obrigações
e apólices. Os empréstimos que caracterizam a dívida pública
são de curto ou longo prazo. A dívida pública pode ser proveniente
de outras fontes, tais como: depósitos (fianças, cauções,
cofre de órgãos, etc.), e de resíduos passivos (restos a pagar).
A dívida pública classifica-se em consolidada ou fundada (interna
ou externa) e flutuante ou não consolidada.
DÍVIDA PÚBLICA EXTERNA
Compromissos assumidos por entidade pública gerando a obrigação
de pagamento do principal e acessórios.
DATA BASE
Data inicial, estabelecida no contrato, para cálculo da variação
do índice de custos ou preços.
DATA DE CONCESSÃO DE BENEFÍCIO
É a data prevista para concessão do benefício de um plano de
previdência.
DATA DE EXERCÍCIO DA OPÇÃO
Data de registro em pregão da operação de compra ou de venda
à vista das ações-objeto da opção.
DATA DE VENCIMENTO DA OPÇÃO
O dia em que se extingue o direito de uma opção.
DATA EX-DIREITO
Data em que uma ação começará a ser negociada ex-direito
- dividendo,bonificação e subscrição - na Bolsa de Valores.
DAY-TRADE
Conjugação de operações de compra e de venda realizadas
em um mesmo dia, dos mesmos títulos, para um mesmo comitente, por uma mesma
sociedade corretora, cuja liquidação é exclusivamente financeira.
DEALER
São as instituições credenciadas pelo Banco Central a participar
dos leilões informais. Os dealers são escolhidos entre os bancos mais
ativos no mercado. Eles têm a responsabilidade de informar aos demais bancos
sobre o leilão informal
DEBÊNTURE
Quando uma empresa quer captar recursos para investir e/ou pagar dívidas,
pode emitir títulos denominados debêntures. Os investidores que compram
as debêntures recebem em troca, uma taxa de juros fixa ou variável
sobre o valor emprestado.
DEBÊNTURES CONVERSÍVEIS EM AÇÕES
Aquelas que podem ser convertidas em ações, em épocas e condições
pré-determinadas.
DECEX
Departamento de Comércio Exterior
DECRETO
1 - "Lato Sensu", todo ato ou resolução emanada de um órgão
do Poder Público competente, com força obrigatória, destinado
a assegurar ou promover a boa ordem política, social, jurídica, administrativa,
ou a reconhecer, proclamar e atribuir um direito, estabelecido em lei, decreto legislativo,
decreto do Congresso, decreto judiciário ou judicial;
2 - Mandado expedido pela autoridade competente: decreto de prisão preventiva,
etc;
3 - Ato pelo qual o chefe do governo determina a observância de uma regra
legal, cuja execução é de competência do Poder Executivo
e;
4 - "Stricto Sensu", qualquer sentença proferida por autoridade
judiciária.
DECRETO-LEI
Decreto com força de lei, que num período anormal de governo é
expedido pelo chefe de fato do Estado, que concentra nas suas mãos o Poder
Legislativo, então suspenso. Pode, também, ser expedido pelo Poder
Executivo, em virtude de autorização do Congresso, e com as condições
e limites que a constituição estabelecer. A Constituição
de 1988 não prevê, no processo Legislativo, a figura de Decreto-lei.
DEDUÇÕES ESTATUTÁRIAS
Parte dos lucros de uma empresa que, conforme determinação de seu
estatuto social, não é distribuída aos acionistas.
DEFAULT
Declaração de insolvência do devedor, decretada pelos credores
quando as dívidas não são pagas nos prazos estabelecidos.
DEFLAÇÃO
É a queda do nível geral de preços. O contrário de inflação
DEMOCRATIZAÇÃO DO CAPITAL
Processo pelo qual a propriedade de uma empresa fechada se transfere, total ou parcialmente,
para um grande número de pessoas que desejam dela participar e que não
mantém, necessariamente, relações entre si, com o grupo controlador
ou com a própria companhia.
DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
Demonstração das principais contas da empresa (relatadas no balanço
patrimonial): demonstração de resultado, demonstração
das origens e aplicações de recursos, alterações do
patrimônio líquido e notas explicativas.
DEPRECIAÇÃO
Perda de valor de algum ativo em decorrência do uso, da ação
do tempo, da obsolescência tecnológica ou da redução
no preço de mercado.
DERIVATIVOS
Ativos financeiros cujos valores e características de negociação
estão amarrados aos ativos que lhes servem de referência. A palavra
derivativo vem do fato que o preço do ativo é derivado de um outro.
Ex.: Opção de Telebrás, o preço desta opção
é derivado do ativo "ação da Telebrás".
DESÁGIO
Diferença para a menos entre o valor nominal e o preço de aquisição
de um título ou bem.
DESCENTRALIZAÇÃO DE CRÉDITO
Transferência de uma unidade orçamentária ou administrativa
para outra, do Poder de utilizar créditos orçamentários ou
adicionais que estejam sob a sua supervisão, ou lhe tenham sido dotados ou
transferidos. São operações descentralizadoras de crédito:
o destaque e a provisão.
DESCENTRALIZAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS
Movimentação de recursos financeiros entre as diversas unidades orçamentárias
e administrativas, ompreendendo:
Cota - Crédito colocado à disposição do órgão
ou Ministério, em conta, na instituição bancária credenciada
como o agente financeiro do Tesouro.
Repasse - Distribuição pelo órgão ou Ministério
dos recursos financeiros correspondentes ao seu crédito, para utilização
pelas unidades orçamentárias.
Sub-Repasse - Redistribuição, pelas unidades orçamentárias,
às unidades administrativas ou a outras unidades orçamentárias
incumbidas de fazer os pagamentos necessários à realização
de seus programas de trabalho.
DESCRITOR DE PROJETO E ATIVIDADE
Breve descrição dos principais objetivos de cada projeto e atividade.
DESDOBRAMENTO DE CAUTELAS
Sistema de desdobramento de ações, efetuado pelas bolsas de valores,
de modo a adequar a quantidade de ações ao lote padrão.
DESPESA EMPENHADA
Valor do crédito orçamentário ou adicional utilizado para fazer
face a compromisso assumido.
DESPESA FINANCEIRA
Valor acumulado dos encargos financeiros dos empréstimos e financiamentos,
tais como juros, mora, multas contratuais, etc.
DESPESA PÚBLICA
1 - Em sua acepção financeira, é a aplicação
de recursos pecuniários em forma de gastos e em forma de mutação
patrimonial, com o fim de realizar as finalidades do estado e, em sua acepção
econômica, é o gasto ou não de dinheiro para efetuar serviços
tendentes àquelas finalidades.
2 - Compromisso de gasto dos recursos públicos, autorizados pelo Poder competente,
com o fim de atender a uma necessidade da coletividade prevista no orçamento.
DESPESAS CORRENTES
As realizadas com a manutenção dos equipamentos e com o funcionamento
dos órgãos.
DESPESAS DE CAPITAL
As realizadas com o propósito de formar e/ou adquirir ativos reais, abrangendo,
entre outras ações, o planejamento e a execução de obras,
a compra de instalações, equipamentos, material permanente, títulos
representativos do capital de empresas ou entidades de qualquer natureza, bem como
as amortizações de dívida e concessões de empréstimos.
DESPESAS DE CUSTEIO
As necessárias à prestação de serviços e à
manutenção da ação da administração como,
por exemplo, pagamento de pessoal, de material de consumo e a contratação
de serviços de terceiros.
DESPESAS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES
As relativas a exercícios encerrados, para as quais o orçamento respectivo
consignava crédito próprio, com dotação suficiente para
atendê-las, mas que não se tenham processado na época própria,
bem como os restos a pagar com prescrição interrompida e os compromissos
reconhecidos após o encerramento do exercício correspondente. Poderão
ser pagos, à conta de dotação específica consignada
no orçamento, discriminada por elemento, obedecida, sempre que possível,
a ordem cronológica.
DESTAQUE DE CRÉDITO
Operação descentralizadora de crédito orçamentário
em que um Ministério ou Órgão transfere para outro Ministério
ou Órgão o poder de utilização dos cursos que lhe foram
dotados.
DI (DEPÓSITOS INTERBANCÁRIOS)
Também conhecidos como o CDIs, os representam os juros praticados nas negociações
entre os bancos.
DIREITO DE RETIRADA
Direito de um acionista de se retirar de uma empresa, mediante o reembolso do valor
de suas ações, quando for dissidente de deliberação
de assembléia que aprovar determinadas matérias definidas na legislação
pertinente.
DIREITO DE SUBSCRIÇÃO
Direito de um acionista de subscrever preferencialmente novas ações
de uma sociedade anônima quando do aumento de seu capital.
DISCLOSURE
Divulgação de informação por parte de uma empresa, possibilitando
uma tomada de decisão consciente pelo investidor e aumentando sua proteção.
DISCRIMINAÇÃO DE RENDAS
Inserida no texto constitucional, visa delimitar a competência das várias
entidades de direito público (União, Estados, Distrito Federal e Municípios).
Por este mecanismo são repartidos certos fatos de significação
econômica e atribuídos com exclusividade às pessoas políticas,
para servirem de objetivo à sua legislação tributária
DISPONIBILIDADE
Soma do dinheiro em caixa, em contas correntes bancárias e em aplicações
de liquidez imediata.
DISTRIBUIÇÃO DA RECEITA
Veja Fundo de Participação e Repartição da Receita Tributária.
DISTRIBUIDORA
Veja Sociedade Distribuidora.
DIVIDENDO
É a parcela do lucro da empresa que é distribuída aos acionistas.
DIVIDENDO CUMULATIVO
Dividendo que, caso não seja pago em um exercício, se transfere para
outro.
DIVIDENDO PRÓ-RATA
Dividendo distribuído às ações emitidas dentro do exercício
social proporcionalmente ao tempo transcorrido até o seu encerramento.
DÓLAR CABO
Semelhante ao dólar paralelo, com a diferença que o valor é
transferido eletronicamente para uma conta corrente no exterior, portanto não
ocorrendo nessa transação o manuseio físico das cédulas
de dólar.
DÓLAR COMERCIAL
Taxa de câmbio utilizada nas operações comerciais do país,
no pagamento do serviço da dívida externa e nas remessas de dividendos
das empresas com sede no exterior.
DÓLAR FLUTUANTE
Taxa de câmbio utilizada nas principais operações financeiras
e na conversão de dólares de residentes
DÓLAR FUTURO
Cotação esperada pelo mercado financeiro do valor do dólar,
no futuro. A idéia básica do dólar futuro é que ao comprá-lo,
o investidor esteja garantindo o valor que pagará pelo dólar no futuro,
desta forma minimizando seu risco e ficando a salvo das variações
do mercado, pois conhece hoje o valor que pagará pelo dólar, no futuro.
DÓLAR ORÇAMENTÁRIO
Valor da taxa de câmbio entre o cruzeiro e o dólar, pelo qual é
feita a conversão para cruzeiros de todas as despesas orçadas em dólar,
para uma determinada Lei de Orçamento.
DÓLAR PARALELO
É o valor para comprar ou vender dólar fora dos meios oficiais de
conversão, geralmente realizada através de doleiros. Também
conhecido como dólar black ou câmbio negro.
DOC (DOCUMENTO DE ORDEM DE CRÉDITO)
Ordens de depósito de dinheiro entre contas bancárias.
DOCUMENTO DE ARRECADAÇÃO FISCAL - DARF
Destina-se a arrecadação de receitas tributárias.
DOTAÇÃO
Limite de crédito consignado na lei de orçamento ou crédito
adicional, para atender determinada despesa.
DOW JONES
Índice utilizado para acompanhar os negócios na Bolsa de Valores de
Nova York (NYSE – New York Stock Exchange). Seu valor é o cálculo
da média de cotações entre trinta empresas de maior importância.
DUMPING
Venda de produtos a preços mais baixos que os custos, com a finalidade de
eliminar os concorrentes e conquistar maiores fatias de mercado.
EXECUÇÃO FINANCEIRA
Utilização dos recursos financeiros visando atender à realização
dos subprojetos e/ou subatividades, atribuídos às unidades orçamentárias
EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA DESPESA
Utilização dos créditos consignados no Orçamento Geral
da União e nos créditos adicionais, visando à realização
dos subprojetos e/ou subatividades atribuídos às unidades orçamentárias.
EXERCÍCIO DE OPÇÕES
Operação pela qual o titular de uma operação exerce
seu direito de comprar ou de vender o lote de ações-objeto, ao preço
de exercício.
EXERCÍCIO FINANCEIRO
Período correspondente à execução orçamentária.
No Brasil coincide com o ano civil.
EXERCÍCIOS ANTERIORES
Refere-se às dívidas reconhecidas, resultantes de compromissos gerados
em exercícios financeiros anteriores àquele em que deva ocorrer o
pagamento, que, por motivo de força maior, não foram objeto de empenho
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO
Obrigações exigíveis normalmente após o término
do exercício seguinte.
EXPORTAÇÃO
Corresponde às mercadorias enviados ao exterior.
EXTRATO DE CONTA
Relatório de movimentações de dinheiro na conta corrente ou
fundo de investimento.
FAF (FUNDO DE APLICAÇÃO FINANCEIRA)
Fundo criado pelo plano Collor II em substituição aos fundos de curto
prazo, inclusive ao open e ao over. As taxas de remuneração das FAFs
deveriam ser iguais às da TR, substituindo com vantagens as aplicações
de curto prazo anteriores. Foi extinto.
FALÊNCIA
Condição jurídica decretada através de sentença
judicial, pela falta de cumprimento de obrigações assumidas. Pode
ser voluntária ou involuntária, como resultado de ações
dos credores da empresa, quando esta é declarada insolvente.
FAQ (FUNDO DE APLICAÇÃO EM QUOTAS)
Diferente dos demais fundos de investimento, o FAQ não compra e vende papéis
e títulos no mercado. O FAQ compra e vende quotas dos demais fundos de investimentos,
ou seja, é um fundo de fundos.
FATO ADMINISTRATIVO
Alteração nos elementos do patrimônio público.
FATO GERADOR
Fato, ou o conjunto de fatos, ou o estado de fato, a que o legislador vincula o
nascimento de obrigações jurídicas de pagar tributo determinado
FATOR DE RENDA
É o valor numérico, calculado mediante utilização de
uma tábua biométrica e de uma taxa de juros. É utilizado para
a obtenção do valor do benefício do plano de previdência.
FATURA
É o extrato enviado para o cliente com o valor a ser pago.
FAZENDA PÚBLICA
1 - Conjunto de órgãos da administração pública
destinados à arrecadação e a fiscalização detributos;
2 - Erário;
3 - Fisco
FECHAMENTO ANTERIOR
Última cotação do papel no Pregão Regular do dia anterior,
sem considerar o After Market.
FECHAMENTO DE POSIÇÃO
Operação através da qual o lançador de uma opção,
pela compra em pregão de uma outra da mesma série, ou o titular, pela
venda de opções adquiridas, encerram suas posições ou
parte delas. A expressão também é utilizada quando da realização
de operações inversas no mercado futuro.
FECHAMENTO EM ALTA
Quando o índice de fechamento for superior ao índice de fechamento
do pregão anterior.
FECHAMENTO EM BAIXA
Quando o índice de fechamento for inferior ao índice de fechamento
do pregão anterior.
FECHAMENTO HORÁRIO REGULAR
Última cotação do papel no horário de Pregão
Regular, sem considerar o After Market.
FED
Federal Reserve, Banco Central dos Estados Unidos.
FED (FEDERAL RESERVE BANK)
É o Banco Central norte-americano.
FGV-100
Índice elaborado pela Fundação Getúlio Vargas que mede
o desempenho em bolsa das 100 maiores empresas privadas brasileiras.
FIANÇA BANCÁRIA
A fiança é um contrato através do qual o banco (neste caso,
o fiador) garante o cumprimento da obrigação do seu cliente (afiançado)
junto a um credor, em favor do qual a obrigação deve ser cumprida
(neste caso, o beneficiário). É, portanto, a obrigação
acessória assumida pelo banco, quando se responsabiliza total ou parcialmente
pelo cumprimento da obrigação de seu cliente devedor, caso este não
cumpra ou não possa cumpri-la.
FIBONACCI
Os números de Fibonacci são uma seqüência de números
onde cada elemento é a soma dos dois anteriores: 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21,
34, 55, 89, 144, 610 ... Estima-se que, à medida que os preços das
ações evoluem, os suportes e resistências se comportam de maneira
aproximada aos números de Fibonacci. É uma teoria fenomenológica,
é claro, mas que guarda certa relação com as ondas de Elliott.
Contudo, um fato que impressiona muita gente é que estes números aparecem
em várias situações na natureza, desde a forma de certas conchas
de moluscos até a evolução da população de coelhos,
reproduzindo-se livremente.
FIEX (FUNDO DE INVESTIMENTOS NO EXTERIOR)
É um fundo de investimento doméstico, que aplica no mínimo
80% de seus recursos em títulos da dívida externa brasileira.
FIF (FUNDO DE INVESTIMENTO FINANCEIRO)
Os FIFs englobam vários tipos de fundos de investimento, tais como: renda
fixa, DI, etc. São aplicações onde o dinheiro é investido
de diversas maneiras, de acordo com o regulamento do fundo e regras de enquadramento
do Bacen, tais como: títulos do governo, CDBs, mercados futuros, de opções,
ações (limitado a 49% da carteira), entre outras.
FIF DE FAQ
É o Fundo de Investimento Financeiro em Fundos de Aplicação
de Quotas. Este é um fundo que visa comprar quotas de outros fundos existentes
no mercado. É uma forma de diversificar o risco, pois o dinheiro do investidor
é aplicado em diversos fundos.
FIFE
Fundo de investimento financeiro destinado, unicamente, a receber durante o período
de diferimento, a totalidade do montante dos recursos creditado à reserva
matemática de benefícios a conceder.
FILHOTE
Veja Bonificação em Ações.
FITVM
Fundo de Investimento de Títulos e Valores Mobiliários. É a
nova categoria onde estão concentrados todos os fundos de renda variável,
em substituição aos antigos Fundo Mútuo de Investimento em
Ações (FMIA) e Fundo Mútuo de Investimento em Ações
Carteira Livre (FMIA-CL).
FLUXO DE CAIXA
É o fluxo de entradas e saídas de dinheiro do caixa de uma empresa.
Importante medida para se determinar o valor de uma empresa, através do método
do fluxo de caixa descontado.
FMI (FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL)
Instituição que congrega 182 países. O FMI tem como finalidade
básica emprestar recursos aos países membros que estejam com dificuldades
de cumprir com seus pagamentos a outros membros.
FONTE DE RECURSOS
Veja Classificação da Receita.
FRANQUIA
Valor até o qual o segurador não se responsabiliza a indenizar o segurado
em caso de sinistro. Participação do segurado nos prejuízos
em caso de sinistro, em geral de acordo com a cobertura estipulada no contrato de
seguro.
FREEWARE
Programa distribuído livremente, sem a obrigatoriedade de pagamento de taxa
ao autor. Algumas vezes também pode vir acompanhado do programa-fonte para
que o usuário possa modificar e recompilar o freeware.
FUNDAÇÃO PÚBLICA
Entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos,
criada por lei para o desenvolvimento de atividades que não exijam execução
por órgãos ou entidades de direito público, com autonomia administrativa,
patrimônio próprio, e funcionamento custeado, basicamente, por recursos
do Poder Público, ainda que sob forma de prestação de serviços
FUNDO
Conjunto de recursos com a finalidade de desenvolver ou consolidar, através
de financiamento ou negociação, uma atividade pública específica.
FUNDO DE PENSÃO
Conjunto de recursos, provenientes de contribuições de empregados
e da própria empresa, administrados por uma entidade a ela vinculada, cujo
destino é a aplicação em uma carteira diversificada de ações,
outros títulos mobiliários, fundos e imóveis, entre outros
ativos. Seu objetivo é gerar uma renda complementar para a aposentadoria
de pessoas físicas.
FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITOS
Fundo criado e administrado pelo Governo, e que tem por objetivo garantir ao investidor
o pagamento de uma parcela da quantia investida, em caso de insolvência. Apenas
as instituições financeiras relacionam-se com esse fundo.
FUNDO IMOBILIÁRIO
Fundo de investimento constituído sob a forma de condomínio fechado,
cujo patrimônio é destinado a aplicações em empreendimentos
mobiliários. As quotas desses fundos, que não podem ser resgatadas
são registradas na CVM, podendo ser negociadas em bolsa de valores ou no
mercado de balcão.
FUNDO MÚTUO DE AÇÕES
Conjunto de recursos administrados por uma distribuidora de valores, sociedade corretora,
banco de investimento, ou banco múltiplo com carteira de investimento, que
os aplica em uma carteira diversificada de ações, distribuindo os
resultados aos cotistas, proporcionalmente ao número de quotas possuídas.
FUNDO MÚTUO DE AÇÕES - CARTEIRA LIVRE
Constituído sob a forma de condomínio aberto ou fechado, é
uma comunhão de recursos destinados à aplicação em carteira
diversificada de títulos e valores mobiliários. Deverá manter,
diariamente, no mínimo 51% de seu patrimônio aplicado em ações
de emissão das companhias abertas, opções de ações,
índices de ações e opções sobre índices
de ações.
FUNDO MÚTUO DE CAPITALIZAÇÃO (FMP)
Esses fundos têm, pelo menos, 90% de seu patrimônio líquido aplicados
em ações de uma única empresa. O restante deve ser aplicado
em títulos públicos federais de renda fixa, que têm baixíssimo
risco. Os recursos para esse fundo originam-se, necessariamente, das contas de FGTS
- Pessoa Física.
FUNDOS BALANCEADOS
Dentro da nova classificação de fundos de investimentos da Associação
Nacional dos Bancos de Investimentos (Anbid) existem os fundos Banlaceados, que
não foram subdivididos em nenhum subclasse. Suas principais características:
a) São regulados pelo Banco Central ou pela Comissão de Valores Mobiliários
(CVM); b) Buscam retorno no longo prazo através de investimentos em diversos
tipos de ativos como, por exemplo, em renda fixa, ações e em câmbio;
c) Procuram diversificar as estratégias de investimentos; d) Não se
utilizam de operações que impliquem em alavancagem do patrimônio;
e) Não usam apenas um indicador como Benchmark. Isso acontece porque os fundos
desta classe tem em suas carteiras ativos de renda fixa e variável. Assim
não podem ser comparados a algum indicador de desempenho que reflita apenas
uma classe de ativos (não podem ser, por exemplo, 100% CDI).
FUNDOS CAPITAL PROTEGIDO
Dentro da nova classificação de fundos de investimentos da Associação
Nacional dos Bancos de Investimentos (Anbid) existem os fundos de Capital Protegido.
Eles são assim denominados porque o gestor calcula o percentual da aplicação
que deverá ser direcionado para renda fixa de modo a garantir o valor inicial
da aplicação. Na classificação, estes fundos não
foram subdivididos em nenhuma subclasse. Suas principais características.
a) Buscam retornos em mercados de risco procurando proteger parcial ou totalmente
o capital; b) Podem direcionar até 49% da carteira para renda variável.
O gestor, no entanto, aplica a maior parte dos recursos em títulos de renda
fixa, direcionando uma pequena parcela da carteira para o mercado futuro de ações
ou do Ibovespa; c) Possuem prazos mínimos de aplicação que
vão de 60 a 180 dias; d) Tem tributação semelhante aos fundos
de renda fixa: 20% de Imposto de Renda (IR), Imposto sobre Operações
Financeiras (IOF) - caso o dinheiro seja resgatado antes de 30 dias - e as taxas
de administração;
FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO
Os Fundos Imobiliários são formados por grupos de investidores, com
o objetivo de aplicar recursos no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários
ou em imóveis prontos. Do patrimônio de um fundo podem participar um
ou mais imóveis, parte de imóveis, direitos a eles relativos etc.
A quota de um fundo imobiliário é valor mobiliário, conforme
estabelece o artigo 3º da Lei 8.668/93. São formados por grupos de investidores,
com o objetivo de aplicar recursos, solidariamente, no desenvolvimento de empreendimentos
imobiliários ou em imóveis prontos.
FUNDOS DE INVESTIMENTO NO EXTERIOR (FIEX)
Dentro da nova classificação de fundos de investimentos da Associação
Nacional dos Bancos de Investimentos (Anbid) existem os fundos de Investimento no
Exterior (FIEX), que não foram subdivididos em nenhuma subclasse. Suas principais
características: a) São fundos que têm como objetivo investir
preponderantemente em títulos representativos da dívida externa de
responsabilidade da União, sendo que os mais utilizados para este tipo de
aplicação são os C-bonds; b) O investidor assume riscos internacionais,
já que grande parte dos recursos de suas carteiras são direcionadas
para o mercado externo; c) São aplicações indicadas para o
longo prazo; d) A rentabilidade deste tipo de fundo aumenta quando a expectativa
em relação a economia melhora. Isso acontece porque a procura por
títulos da dívida aumenta, o que acaba por valorizar os papéis.
O inverso também acontece, quando a expectativa está ruim, a procura
diminui e a rentabilidade cai; e) São tributados de maneira semelhante aos
Fundos de Investimentos Financeiros (FIF´s); f) Estes fundos são regulamentados
pelo Banco Central;
FUNDOS ESPECIAIS
Parcela de recursos do Tesouro Nacional vinculados por lei à realização
de determinados objetivos de política econômica, social ou administrativa
do governo
FUNDOS HEDGE
Modalidade de fundo de investimento que opera em todos os mercados, normalmente
através de instrumentos derivativos.
FUNDOS MÚTUOS DE PRIVATIZAÇÃO (FMPS)
São fundos com recursos provenientes das contas de Fundo de Garantia do Tempo
de Serviço (FGTS). Os FMPs atuais têm pelo menos 90% do patrimônio
líquido aplicados em ações da Petrobrás. O restante
é aplicado em títulos públicos federais de renda fixa, que
têm baixíssimo risco.
FUNDOS MULTIMERCADOS
Dentro da nova classificação de fundos de investimento da Associação
Nacional dos Bancos de Investimentos (Anbid), os fundos multimercados foram divididos
em quadro subclasses: sem renda variável com e sem alavancagem; com renda
variável com e sem alavancagem. a) Sem renda variável sem alavancagem:
Os fundos desta subclasse buscam estratégia de investimento diversificado,
exceto os de renda variável. Regulamentados pelo Banco Central, estes fundos
são de longo prazo e não realizam operações que impliquem
em alavancagem do patrimônio. b) Sem renda variável com alavancagem:
Assim como os fundos da primeira subclasse, os investimentos buscam retorno no longo
prazo em diversas classes de ativos, exceto os de renda variável (ações,
por exemplo). A única diferença do primeiro é que estes fundos
utilizam operações que impliquem na alavancagem do patrimônio.
Estes fundos também são regulamentados pelo Banco Central. c) Com
renda variável sem alavancagem: Classificam-se neste segmento os fundos regulamentados
pelo Banco Central ou pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM),
que utilizam estratégia de investimento diversificado incluindo os de renda
variável, ou seja, aqueles negociados em bolsa de valores. Este fundos buscam
retorno no longo prazo e não tem um bechmark como referência, ou seja,
não usam um índice específico como referência. Além
disso, não realizam operações que impliquem em alavancagem
do patrimônio. d) Com renda variável com alavancagem: Com as mesmas
características da subclasse anterior, tem como única diferença
a utilização de estratégias que impliquem em alavancagem dos
recursos.
FUNDOS RENDA FIXA
Dentro da nova classificação de fundos de investimentos da Associação
Nacional dos Bancos de Investimentos (Anbid), os fundos Renda Fixa foram subdivididos
em quatro subclasses: Renda Fixa, Renda Fixa Crédito, Renda Fixa Multi-índices,
Renda Fixa Alavancados. a) Renda Fixa: Este fundos buscam retorno através
de investimentos em ativos de renda fixa, excluindo-se estratégias que impliquem
em risco de índices de preço (IGP-M), de moeda estrangeira (dólar)
ou de renda variável (ações). Apesar de todos os fundos classificados
nesta categoria enquadrarem-se como "não referenciados", nem todos
os "não referenciados" podem ser enquadrados na categoria de "renda
fixa", sendo esta mais restritiva no que se refere à política
de investimento do fundo. b) Renda Fixa Crédito: Esta subclasse diferencia-se
da primeira apenas pela possibilidade de investimentos com risco de crédito
“não baixo”, acima do limite previsto na legislação
dos “não referenciados”. Os fundos desta subclasse buscam retorno
no mercado de juros doméstico, investindo em títulos de renda fixa
com qualquer risco de crédito, não incluindo as estratégias
que implicam em risco de índice de preço, de moeda estrangeira ou
de renda variável. Além disso, não realizam operações
que impliquem em alavancagem do patrimônio. c) Renda Fixa Multi-índices:
Os fundos desta subclasse, ao contrário das duas anteriores, buscam retorno
em ativos de renda fixa sujeitas também a estratégias de investimentos
que impliquem em risco de índices de preços. No entanto, também
não aderem as oscilações de moeda estrangeira e renda variável.
Entre outros, incluem-se nesta categoriaos fundos de renda fixa com risco de indexadores
(fundos IGPM, etc.), sem alavancagem. d) Renda Fixa Alavancados: A única
diferença desta subclasse para a de renda fixa multi-índices, é
que ela dá a possibilidade de se realizarem operações para
alavancagem do patrimônio.
GANHO DE CAPITAL
Lucro obtido por meio da especulação com capital, incluindo compra
e venda de ações, juros de investimentos financeiros, aluguéis,
venda de imóveis e outras modalidades.
GAP
Um gap ("diferença" ou "intervalo") aparece quando o
mercado de um título, sofrendo uma interrupção em sua negociação,
provoca uma diferença entre o preço de fechamento e o preço
de abertura do título. Um fato novo pode ter ocorrido neste intervalo, provocando
uma reavaliação por parte dos investidores acerca do valor do título.
GATT (GENERAL AGREEMENT ON TARIFFS ANS TRADE)
Tratado multilateral de comércio internacional firmado em 1947. O GATT rege-se
por três princípios básicos: tratamento igual, não discriminatório,
para todas as nações comerciantes; redução de tarifas
por meio de negociações e eliminação das quotas de importação.
GEN-SAKI
Mercado monetário japonês de curto prazo, utilizado como mercado secundário
para compra e revenda de títulos de médio e longo prazo das empresas
ou do governo.
GESTÃO
Ato de gerir a parcela do patrimônio público, sob a responsabilidade
de uma determinada unidade Aplica-se o conceito de gestão a fundos, entidades
supervisionadas e a outras situações em que se justifique a administração
distinta
GESTÃO TESOURO
Gestão de recursos previstos nos Orçamentos da União para os
órgãos da administração direta. A gestão tesouro
é, pois, a principal gestão desses órgãos. Os recursos
que se destinam a fundos e entidades supervisionadas são considerados como
gestão própria, porque, na sua transferência, foram registrados
como despesa na gestão tesouro
GESTOR
Quem gere ou administra negócios, bens ou serviços
GILT EDGED
Denominação dos títulos emitidos em libras esterlinas pelo
Banco da Inglaterra e conhecidos no mercado como "gilts" (dourados), pois
o seu risco de default é mínimo.
GRáFICO DE BARRAS
O gráfico de barras é o mais utilizado pelos analistas. Ele exibe
normalmente o preço mínimo e máximo de determinado título,
bem como o preço de abertura e de fechamento.
GRUPO DE DESPESA
Classificação da despesa quanto à sua natureza, compreendendo
os grupamentos, a saber:
1 - Pessoal e encargos sociais;
2 - Juros e encargos da dívida interna;
3 - Juros e encargos da dívida externa;
4 - Outras despesas correntes;
5 - Investimentos;
6 - Inversões financeiras;
7 - Amortização da dívida interna;
8 - Amortização da dívida externa;
9 - Outras despesas de capital.
GUIA DE RECEBIMENTO (GR)
Destina-se à arrecadação de receitas próprias, ao recolhimento
de devolução de despesas ou ao acolhimento de depósitos de
diversas origens.
HAVERES FINANCEIROS
Conceito amplo de moeda (M4). Indica o volume da poupança financeira, isto
é, a massa de recursos em poder dos indivíduos e das empresas não
financeiras que pode, com maior ou menor grau de liquidez, ser utilizada como meio
de pagamento de bens e serviços. Inclui, além dos recursos prontamente
aceitos como moeda (M1), outros ativos financeiros emitidos pelo governo e pelas
instituições financeiras. Os conceitos intermediários M2 e
M3 procuram captar os diferentes graus de liquidez existentes entre parcelas desses
ativos financeiros.
HEDGE FUND
Fundo hedge é um fundo que não se limita a investir em ações,
debêntures e títulos do governo. Ele opera em todos os mercados, normalmente
através de instrumentos derivativos. Além disso, faz operações
para se proteger ante possíveis quedas dos ativos nos quais o fundo investiu.
HIGH YIELD
Alta taxa de retorno. Os empréstimos em que as empresas pagam juros sensivelmente
altos e que usualmente são feitos no mercado europeu, são classificados
como de High Yield.
HOLDING (EMPRESA)
Aquela que possui, como atividade principal, participação acionária
em uma ou mais empresas.
HOMOLOGAÇÃO
Ato que certifica a justeza dos atos praticados anteriormente
HOSPITAL AUXILIAR DE ENSINO
Hospital que, devidamente conveniado com uma instituição de ensino
superior, não sendo de propriedade ou gestão de universidade ou escola
médica isolada, nele são desenvolvidos programas de treinamento em
serviço, nos cursos de graduação ou pós-graduação
da área de saúde
HOSPITAL DE ENSINO
Denominação aplicável ao conjunto dos hospitais universitários,
hospitais escola e hospitais auxiliares de ensino.
HOSPITAL ESCOLA
Hospital de propriedade ou gestão das escolas médicas isoladas, públicas
ou privadas, ou a elas vinculado por regime de comodato ou cessão de uso,
devidamente formalizado.
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
Hospital de propriedade ou gestão de universidade pública ou privada,
ou a ela vinculado por regime de comodato ou cessão de uso devidamente formalizado.
IBA (ÍNDICE BRASILEIRO DE AÇÕES)
A exemplo do Ibovespa, é outro índice que mede o comportamento das
bolsas de valores. O índice é composto por ações das
empresas que estiverem presentes em, no mínimo, 80% dos pregões nos
últimos seis meses, com, no mínimo, dez operações em
cada pregão.
IBOVESPA
Índice da Bolsa de Valores de São Paulo. Reflete o comportamento das
principais ações negociadas no pregão.
IBX (ÍNDICE BRASIL)
É um índice que mede o retorno de uma carteira hipotética composta
por 100 ações selecionadas entre as mais negociadas na BOVESPA, em
termos de número de negócios e volume financeiro, ponderadas no índice
pelo seu respectivo valor de mercado.
ICV-DIEESE
Índice do Custo de Vida do Departamento Intersindical de Estatística
e Estudos Socioeconômicos. Medido na cidade de São Paulo. Refletindo
o Custo de Vida de famílias com renda média de R$ 2.800.
IDU (INTEREST DUE UNPAID)
Um dos Títulos de dívida externa do governo brasileiro de vencimento
mais curto (vence em 2001), usualmente chamados de "Bradies".
IGP-DI
Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna - Calculado pela Fundação
Getúlio Vargas. É a média ponderada do Índice de Preços
no Atacado (IPA), com peso 6; de preços ao Consumidor (IPC) no Rio e SP,
com peso 3; e do Custo da Construção Civil (INCC), com peso 1. Usado
em contratos de prazo mais longo, como aluguel.
IGP-M (ÍNDICE GERAL DE PREÇOS DO MERCADO)
Índice que mede a variação de preços no mercado de atacado,
de consumo e construção civil. Este índice é formado
pela soma ponderada de outros 3 índices : IPA - Índice de Preços
ao Atacado, com um peso de 60%; IPC - Índice de Preço ao Consumidor,
com um peso de 30%; e INCC - Índice Nacional de Construção
Civil, com um peso de 10%. Calculado pela FGV, pesquisado entre os dias 21 de um
mês e 20 do seguinte. O IGPM considera todos os produtos disponíveis
no mercado, inclusive o que é importado.
IGP-10
Índice Geral de Preços 10 - Calculado pela FGV e elaborado com a mesma
metodologia do IGP-DI e do IGP-M. A única diferença é o período
de coleta de preços: entre o dia 11 de um mês e o dia 10 do mês
seguinte. Usado como indicador de tendência da inflação.
IMPORTâNCIA SEGURADA
Valor estabelecido pelo Segurado como limite do seu direito de indenização.
IMPORTAÇÃO
Corresponde à entrada de mercadorias originárias do exterior.
INCC
Índice Nacional do Custo da Construção - Um dos componentes
das três versões do IGP, o de menor peso. Reflete o ritmo dos preços
de materiais de construção e da mão-de-obra no setor. Utilizado
em financiamento diretos de construtoras/incorporadoras.
INDENIZAÇÃO
E a importância que a companhia seguradora deverá pagar ao Segurado
no caso da efetivação de um risco coberto no contrato de seguro.
INDEXADOR
É o índice contratado para atualização monetária
dos valores.
INDICE DOW JONES
Índice usado para medir a performance do mercado norte-americano, composto
pelas 30 ações mais negociadas na Bolsa de Valores de Nova Iorque
- NYSE (New York Stock Exchange).
INFLATION TARGETING
Metas para a inflação.
INPC
Índice Nacional de Preços ao Consumidor - Média do custo de
vida nas 11 principais regiões metropolitanas do país para famílias
com renda de 1 até 8 salários mínimos, medido pelo IBGE (Instituto
Brasileiro de Geografia Estatística).
INSIDER
Investidor que tem acesso privilegiado a determinadas informações,
antes que estas se tornem conhecidas do mercado.
INSTITUCIONAL (INVESTIDOR)
Instituição que dispõe de vultosos recursos mantidos em certa
estabilidade e destinado à reserva de risco ou à renda patrimonial
e que investe parte dos mesmos no mercado de capitais.
INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS
Conjunto de organizações que compõem o Mercado Financeiro.
Dentre elas, podemos destacar: Bancos Comerciais, Bancos de Investimento, Caixa
Econômica, Cooperativas de Crédito, Sociedades Corretoras e Distribuidoras.
As normas operacionais de todas as instituições financeiras são
estabelecidas pelo Banco Central.
INSTITUIDORA
É a pessoa jurídica contratante, a qual os participantes estão
vinculados e que efetua contribuição ao plano de previdência.
INSTRUÇÃO
Instrumento de normatização usado por instituições governamentais
como o Banco Central ou a Comissão de Valores Mobiliários para regulamentar
o mercado financeiro.
INVESTIMENTO
Emprego da poupança em atividade produtiva objetivando ganhos a médio
e longo prazos. É utilizado, também, para designar a aplicação
de recursos em algum tipo de ativo financeiro.
IOF (IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES FINANCEIRAS)
O IOF incide sobre o ganho da aplicação de fundos de renda fixa com
liquidez diária de acordo com uma tabela regressiva, até o 29º
dia da aplicação, estando isentos a partir do 30º dia.
IPC (ÍNDICE DE PREÇO AO CONSUMIDOR)
Calcula a variação dos preços de uma 'cesta de consumo' média
de uma determinada população.
IPC-FIPE
Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto
de Pesquisas Econômicas da USP, pesquisado no município de São
Paulo. Reflete o custo de vida de famílias com renda de 1 a 20 salários
mínimos.
IR (IMPOSTO DE RENDA)
Imposto cobrado diretamente sobre a renda das pessoas e das empresas. No caso das
pessoas, quanto maior a renda, maior a taxa do imposto incidente. Para as empresas,
o percentual do imposto de renda depende do tipo da empresa e do regime de tributação
no qual ela se enquadra.
JOINT-VENTURE
Associação de empresas para o desenvolvimento e execução
de um projeto específico.
JURO NOMINAL
Juro correspondente a um empréstimo ou financiamento, incluindo a correção
monetária do montante emprestado.
JURO REAL
Juro correspondente a um empréstimo ou financiamento sem incluir a correção
monetária do montante emprestado. Em condições de inflação
zero, os juros real e nominal são iguais.
JUROS
Remuneração que o detentor do dinheiro cobra para conceder um empréstimo.
O valor do juro (seu percentual) é considerado como o custo ou preço
do dinheiro. Em economia, o dinheiro é considerado um bem disponível
no mercado e portanto tem um preço, um custo. Alguns dos motivos pelos quais
os juros aumentam são: quando há pouco dinheiro disponível
no mercado ou quando a inadimplência aumenta.
NENHUM ITEM ENCONTRADO
LANÇADOR
No mercado de opções, aquele que vende uma opção, assumindo
a obrigação de: - se o titular exercer - vender ou comprar o lote
de ações-objeto a que se refere.
LANÇAMENTO DE OPÇÕES
Operação de venda que dá origem às opções
de compra ou de venda.
LANCE
Preço oferecido em pregão para a compra ou venda de um lote de títulos,
através de representantes das sociedades corretoras.
LASTRO
Garantia implícita em um ativo. Dizemos, por exemplo, que uma moeda tem lastro
quando o seu valor é garantido e não se questiona sua aceitabilidade.
LEILÃO ESPECIAL
Sessão de negociação em pregão, em dia e hora determinados
pela Bolsa de Valores em que se realizará a operação.
LETRA DE CÂMBIO
Título de crédito emitido por sociedade de crédito, financiamento
e investimento, utilizado para o financiamento de crédito direto ao consumidor.
LETRA DO BANCO CENTRAL DO BRASIL (LBC)
Título de responsabilidade do Banco Central do Brasil, emitido para fins
de política monetária, exclusivamente sob a forma escritural, no SELIC.
Título de rentabilidade pós-fixada, definida pela Taxa SELIC.
Base Legal:Lei no 4.595, de 31/12/64, art. 11, inciso V.
LETRA DO TESOURO NACIONAL (LTN)
Título de responsabilidade do Tesouro Nacional, emitido para a cobertura
de deficit orçamentário, exclusivamente sob a forma escritural, no
SELIC. Título de rentabilidade prefixada.
Base Legal:M.P. 2.096-89, de 25/01/2001; Decreto no 3.540, de 11/07/00; Portaria
MF no 214, de 14/07/00.
LETRA FINANCEIRA DO TESOURO (LFT)
Título de responsabilidade do Tesouro Nacional, emitido para a cobertura
de deficit orçamentário, exclusivamente sob a forma escritural, no
SELIC. Título de rentabilidade pós-fixada, definida pela Taxa SELIC.
Base Legal:M.P. 2.096-89, de 25/01/2001; Decreto no 3.540, de 11/07/00; Portaria
MF no 214, de 14/07/00.
Modalidade de empréstimo do Governo brasileiro, na qual ele lança
LFTs no mercado para captar recursos. As instituições financeiras
interessadas compram essas LFTs (portanto cedendo dinheiro ao Governo) e as resgatam
no período e valores previamente combinados. Estes papéis são
pós-fixados, rendendo a taxa acumulada no mercado SELIC.
LETRA IMOBILIÁRIA
Título emitido por sociedades de crédito imobiliário destinado
à captação de recursos para o financiamento de construtores
e adquirentes de imóveis.
LIBOR
London Interbank Offered Rate - Taxa interbancária do mercado de Londres.
Taxa preferencial de juros oferecida para grandes empréstimos entre os bancos
internacionais que operam em eurodólares(Eurodollars. Geralmente é
base para outros grandes empréstimos em eurodólares a empresas e instituições
governamentais com avaliação de crédito inferior. Exemplo,
um país do Terceiro Mundo pode ser obrigado a pagart um ponto acima da Libor
quando contrair empréstimos.
LIMITE DE CRÉDITO
Valor máximo a ser utilizado mensalmente em compras pelo cliente.
LIQUIDEZ
Maior ou menor facilidade de se negociar um título, convertendo-o em dinheiro.
LOTE
Quantidade de títulos de características idênticas.
LOTE FRACIONÁRIO
Quantidade de ações inferior ao lote-padrão.
LOTE REDONDO
Lote totalizando um número inteiro de lotes-padrão.
LOTE-PADRÃO
Lote de títulos de características idênticas e em quantidade
prefixada pelas Bolsas de Valores.
LUCRATIVIDADE
Ganho líquido total propiciado por um título. Em bolsa, o lucro líquido
proporcionado por uma ação, resultante de sua valorização
em pregão em determinado período e do recebimento de proventos - dividendos,
bonificações e ou direitos de subscrição - distribuídos
pela empresa emissora, no mesmo intervalo de tempo.
LUCRATIVIDADE MÉDIA
Média das várias lucratividades alcançadas por um título
em diversos períodos.
LUCRO
Remuneração advinda de uma operação. O lucro é
o resultado de receita menos despesa, dentro de um contexto empresarial.
LUCRO BRUTO
É o resultado apurado do total de receitas menos o total de despesas de uma
empresa, não considerando a dedução de IR e as participações.
LUCRO LÍQUIDO
É o saldo que resulta após a dedução de imposto de renda
e diversas participações sobre o Lucro Bruto.
LUCRO LÍQUIDO POR AÇÃO
Ganho por ação obtido durante um determinado período de tempo,
calculado através da divisão do lucro líquido de uma empresa
pelo número existente de ações.
MODERADO
Designação dos fundos de investimento que buscam obter uma rentabilidade
média do mercado. Para isso, os recursos são investidos em ativos
de médio risco. Também usado para designar um tipo de perfil de investidor
que prefere esse tipo de fundo. Situação intermediária entre
o conservador e o agressivo.
MOEDA DE PRIVATIZAÇÃO
Títulos usualmente negociados com deságio, e que são aceitos
pelo governo brasileiro nas privatizações.
MOEDA PODRE
Títulos de dívida que são negociados no mercado com deságio
devido à dúvida sobre a capacidade do emissor em efetuar o pagamento
no vencimento.
MONOPÓLIO
Forma de organização do mercado em que uma empresa domina a oferta
de um determinado produto ou serviço que não pode ser substituído.
A legislação da maioria dos países proíbe o monopólio,
com exceção dos exercidos pelo Estado, geralmente em produtos e serviços
estratégicos.
MORATÓRIA
Prorrogação de prazo solicitado pelo devedor, ou concedido pelo credor,
para pagamento de uma dívida.
MSCI (MORGAN STANLEY CAPITAL INTERNATIONAL)
Índice criado pela Morgan Stanley para acompanhar o desempenho das bolsas
de valores. Para medir o comportamento das bolsas brasileiras, existe o MSCI -Brasil.
MUTUALISMO
Reunião de um grupo de pessoas, com interesses seguráveis comuns,
que concorrem para a formação de uma massa econômica com a finalidade
de suprir, em determinado momento, necessidades eventuais de algumas daquelas pessoas.
NASDAQ
National Association of Securities Dealers Automated Quotation. A Nasdaq, que começou
a operar em 1971, é conhecida por negociar ações das maiores
empresas de tecnologia dos EUA. Além disso, é a principal instituição
operando no mercado de balcão e a primeira bolsa eletrônica conectando
compradores e vendedores.
NASDAQ 100 INDEX
Lançado em 1985, este índice inclui 100 das maiores empresas não
financeiras, norte-americanas e estrangeiras.
NBC-E (NOTAS DO BANCO CENTRAL - SÉRIE ESPECIAL)
São títulos cuja correção está atrelada à
variação do dólar comercial e com um prazo mínimo de
resgate de três meses e taxas de juros de 6% ao ano.
NEGOCIAÇÃO COMUM
Aquela realizada em pregão, entre dois representantes de diferentes sociedades
corretoras, a um preço ajustado entre ambos.
NEGOCIAÇÃO DIRETA
Realizada sob normas especiais por um mesmo representante de sociedade corretora
para comitentes diversos. Os interessados nessa operação devem preencher
o cartão de negociação ou digitar um comando específico
- no caso de negociação eletrônica - indicando que estão
atuando como comprador e vendedor ao mesmo tempo.
NEGOCIAÇÃO POR TERMINAIS
Ver CATS Bovespa.
NIKKEY
Este é o índice que corresponde às ações mais
negociadas na Bolsa de Valores de Tóquio (Japão).
NOTA DE CORRETAGEM
Documento que a sociedade corretora apresenta ao seu cliente, registrando a operação
realizada, com indicação da espécie, quantidade de títulos,
preço data do pregão, valor da negociação, da corretagem
cobrada e dos emolumentos devidos.
NOTA DO BANCO CENTRAL DO BRASIL (NBC)
Título de responsabilidade do Banco Central do Brasil, emitido para fins
de política monetária, exclusivamente sob a forma escritural, no SELIC.
Título de rentabilidade pós-fixada, possuindo diversas séries,
cada qual com índice de atualização próprio (dólar,
taxa SELIC etc).
Lei no 4.595, de 31/12/64, art. 11, inciso V.
NOTA DO TESOURO NACIONAL (NTN)
Título de responsabilidade do Tesouro Nacional, emitido para a cobertura
de deficit orçamentário, exclusivamente sob a forma escritural, no
SELIC. Título de rentabilidade pós-fixada (a exceção
da NTN-F), possuindo diversas séries, cada qual com índice de atualização
próprio (IGP-M, Dólar, TR etc).
Base Legal:M.P. 2.096-89, de 25/01/2001; Decreto no 3.540, de 11/07/00; Decreto
no 2.941, de 18/01/99; Portaria MF no 214, de 14/07/00.
NOTA PROMISSÓRIA
É um título que o tomador de um empréstimo assina, declarando
dever um montante equivalente ao empréstimo tomado.
NOTA TéCNICA ATUARIAL
É o documento que contém a descrição e o equacionamento
técnico do plano de previdência previsto no Regulamento.
NOTAS EXPLICATIVAS
Informações mais detalhadas sobre operações de uma empresa,
que são adicionadas aos demonstrativos contábeis (balanço).
NÚMERO DE NEGóCIOS
Total de transações feitas com o papel (ativo) ocorridas ao longo
do dia, até o momento da consulta.
NTN (NOTAS DO TESOURO NACIONAL)
São títulos de financiamento da dívida do Tesouro Nacional,
que são pós-fixados com valor nominal de emissão em múltiplos
de R$ 1,00.
NTN-D
São notas do Tesouro Nacional com prazo mínimo de três meses
a um juros de 6% a.a.(ao ano) calculados sobre o valor nominal atualizado.
NTN-H
São notas do Tesouro Nacional com prazo mínimo de 90 dias, podendo
ser nominativas ou negociáveis. A remuneração é pela
TR, desde a emissão até o resgate.
OECD
Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico
OFERTA DE DIREITOS
Oferta feita por uma empresa a seus acionistas, dando-lhes a oportunidade de comprar
novas ações por um preço determinado, em geral, abaixo do preço
corrente do mercado, e dentro de um prazo relativamente curto.
OFERTA PúBLICA &NBSP;(COMPETITIVA)
Emissões de títulos públicos realizadas pelo Tesouro Nacional
e pelo Banco Central do Brasil por meio de leilão eletrônico. Podem
ser realizadas com títulos registrados no SELIC e na CETIP.
Base Legal: Portaria STN no 341, de 14/07/00.
OFERTA PúBLICA DE COMPRA
Proposta de aquisição, por um determinado preço, de um lote
específico de ações, em operação sujeita a interferência.
OFERTA PúBLICA DE VENDA
Proposta de colocação, junto ao público, de um determinado
número de ações de uma empresa.
OIT
Organização Internacional do Trabalho
OMC (ORGANIZAçãO MUNDIAL DE COMéRCIO)
Órgão máximo do comércio mundial, lhe compete regular
e fiscalizar a prática comercial entre os países.
OPÇÃO
Contrato que envolve o estabelecimento de direitos e obrigações sobre
determinados títulos, com prazos e condições pré-estabelecidas.
OPÇÃO COBERTA
Quando há o depósito, junto a uma Bolsa de Valores, das ações-objeto
de uma opção.
OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES
Direito outorgado ao titular de uma opção de, se o desejar, adquirir
do lançador um lote-padrão de determinada ação, por
um preço previamente estipulado, na data de vencimento da opção.
OPÇÃO DE SWAP
É um contrato que envolve o estabelecimento de direitos e obrigações
sobre swap, com prazos e condições preestabelecidas.
OPEN MARKET
Qualquer mercado sem local físico determinado e com livre acesso à
negociação. No Brasil, tal denominação se aplica ao
conjunto de transações realizadas com títulos de renda fixa,
de emissão pública (LTN, BBC) ou privada (CDB).
OPEP
Organização dos Países Exportadores de Petróleo.
OPERAÇÃO CAIXA
Operação através da qual um investidor vende a vista um lote
possuído de ações e o recompra, no mesmo pregão, em
um dos mercados a prazo; o custo do financiamento é dado pela diferença
entre os preços de compra e venda.
OPERAÇÃO DE CÂMBIO
Uma operação de câmbio envolve a negociação de
moeda estrangeira através da troca da moeda de um país pela de outro.
Uma pessoa que pretende viajar para o exterior precisa fazer uma operação
de câmbio, trocando seus reais pela moeda do país a ser visitado.
OPERAÇÃO DE CÂMBIO FLUTUANTE
O câmbio flutuante é a taxa utilizada nas principais operações
financeiras e na conversão de dólares de residentes. A operação
de câmbio flutuante, é então o processo de conversão
de reais em dólares, no mercado flutuante.
OPERAÇÃO DE CÂMBIO PARALELO
É a conversão de reais por dólar no mercado paralelo (popularmente
conhecido como mercado negro).
OPERAÇÃO DE FINANCIAMENTO
Consiste na compra à vista de um lote de ações e a sua venda
imediata em um dos mercados a prazo. A diferença entre os dois preços
é a remuneração da aplicação pelo prazo de financiamento.
OPERADOR CATS
Representante de uma sociedade corretora que executa ordens de compra e de venda
de ações e ou opções, através do sistema CATS
Bovespa.
OPERADOR DE PREGÃO
Representante de uma sociedade corretora que executa ordens de compra e de venda
de ações no pregão de uma Bolsa de Valores.
OPERADOR DO SISTEMA ELETRÔNICO
O representante de uma sociedade corretora, que executa ordens de compra e de venda
de ações e/ou opções pelo sistema de pregão de
uma bolsa de valores.
ORDEM
Instrução dada por um cliente a uma sociedade corretora para a execução
de compra ou de venda de valores mobiliários.
ORDEM A MERCADO
Quando só há a especificação da quantidade e das características
de um valor mobiliário. Deve ser efetuada desde o momento de seu recebimento
no pregão.
ORDEM ADMINISTRADA
O investidor especifica somente a quantidade e as características dos valores
mobiliários ou direitos que deseja comprar ou vender. A execução
da ordem ficará a critério da corretora.
ORDEM CASADA
Composta por uma ordem de compra e uma outra de venda de um determinado valor mobiliário.
Sua efetivação só se dará quando ambas puderem ser executadas.
ORDEM DE FINANCIAMENTO
Constituída por uma ordem de compra ou de venda, de um valor mobiliário
em um tipo de mercado e uma outra concomitante de venda ou de compra, de igual valor
mobiliário no mesmo ou em outro mercado com prazos de vencimentos distintos.
ORDEM DISCRICIONÁRIA
O gestor da carteira de títulos e valores mobiliários ou um representante
de mais de um cliente estabelecem as condições de execução
da ordem. Após executada, o nome do investidor, a quantidade de títulos
e/ou valores mobiliários a ser distribuída e o preço.
ORDEM LIMITADA
Aquela que deve ser executada por um preço igual ou melhor do que o especificado
pelo comitente.
ORDEM ON-STOP DE COMPRA OU DE VENDA
O investidor determina o preço mínimo pelo qual a ordem deve ser executada.
Na ordem on-stop de compra é executada quando - em uma alta de preços
- ocorrer um negócio igual ou maior do que o preço determinado. Ou
seja, o investidor o preço mínimo pelo qual o ativo deve ser comprado.
A partir desse momento a corretora vai executar a compra pelo preço mais
próximo possível àquele solicitado pelo investidor. Já
a ordem on-stop de venda será executada quando - em uma baixa de preços
- ocorrer um negócio a um preço igual ou menor que o preço
determinado. Ou seja, o investidor define que se sua ação cair até
um determinado preço, a corretora deve vendê-la pelo melhor preço
que conseguir no mercado.
OSCILAÇÃO
Variação - positiva ou negativa - verificada no preço de um
mesmo ativo em um determinado período de tempo.
OTIMIZAÇÃO DO PORTFÓLIO
É o processo de escolha de ativos de uma carteira, visando eliminar eventuais
riscos e tendo como meta uma determinada rentabilidade. Para cada rentabilidade
esperada é escolhida uma composição de carteira que minimize
os riscos corridos.
OVERNIGHT
Operações realizadas no Open Market por prazo mínimo de um
dia, restritas às instituições financeiras.
P.O.S. (POINT OF SALE)
É aparelho usado para ler o cartão nas lojas, que intermedia a transação
entre o cliente e a administradora.
P/L
Veja Índice Preço/Lucro.
PAÍS DE DESTINO (EXPORTAÇÃO)
Para efeito de divulgação estatística de exportação,
é aquele conhecido no momento do despacho como o último país
ao qual os bens serão entregues.
PAÍS DE ORIGEM (IMPORTAÇÃO)
Para efeito de divulgação estatística de importação,
é o país onde foram cultivados os produtos agrícolas, extraídos
os minerais ou fabricados os bens manufaturados, total ou parcialmente, mas neste
último caso, o país de origem é aquele no qual foi completada
a última fase de processamento para que o produto adote sua forma final.
PARTICIPANTE
É o associado, o segurado ou o beneficiário (incluído nos planos
de previdência privada).
PASSIVO (LIABILITY)
O passivo compreende todas as obrigações e dívidas de uma empresa.
PASSTHROUGH
Reflexo do aumento da taxa de câmbio sobre os preços internos, inflação.
Quando o dólar se valoriza frente a moeda nacional, os produtos importados
ficam mais caros e os produtores internos ganham uma margem maior para aumentar
seus preços e ainda se manterem competitivos. Além disso, muitos produtos
tem componentes importados e com o aumento do preço destes, os produtores
repassam para o consumidor tais aumentos.
PATRIMÔNIO
Conjunto de bens e direitos de uma pessoa ou empresa.
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
No balanço patrimonial, a diferença entre o valor dos ativos e dos
passivos e resultado de exercícios futuros, representa o patrimônio
líquido, que é o valor contábil pertencente aos acionistas
ou sócios.
PEA (POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA)
Representa a população em condições de trabalhar.
PERÍODO DE BENEFÍCIO
É o período durante o qual o participante e, quando for o caso, o
beneficiário faz jus ao recebimento do benefício contratado.
PERÍODO DE DIFERIMENTO
É o período entre a data de inscrição e a data de concessão
de um benefício de previdência privada.
PERÍODO INDENITÁRIO
É o período durante o qual o segurador irá reembolsar despesas
médicas. Este período é geralmente previsto nos seguros de
perda de aluguel, pagamento de aluguel a terceiros ou no caso de interrupção
da atividade profissional do segurado.
PERFIL DE RISCO
É a classificador do investidor mais ousado, que tem pré-disposição
a correr riscos.
PERFORMANCE
Ela representa o desempenho obtido em alguma atividade. No mercado financeiro, uma
taxa de performance é cobrada em fundos de investimentos quando a rentabilidade
ultrapassa um mínimo acordado previamente.
PERMISSIONÁRIA
Sociedade corretora especialmente admitida no pregão de uma Bolsa de Valores
da qual não possui título patrimonial.
PIB - PRODUTO INTERNO BRUTO
Valor da produção de todos os bens e serviços, medidos a preços
de mercado em moeda de valor corrente, em um determinado período de tempo.
PÓ (VIRAR PÓ)
Gíria utilizada pelos profissionais do mercado financeiro, significando título
e/ou investimento que perdeu totalmente o seu valor no mercado. Ex.: "meu investimento
naquela ação virou pó".
PÓS-FIXADO
Característica de um tipo de investimento onde a rentabilidade não
é conhecida previamente, sendo determinada posteriormente, geralmente vinculado
a algum tipo de indexador.
PL (PARTICIPAÇÃO NO LUCRO)
Percentual do lucro que uma empresa distribui aos seus acionistas e/ou funcionários.
PLANO
Termo utilizado para se referir em quantas vezes o valor da compra será parcelado.
Ex: plano 6 é o mesmo que em 6 vezes.
PLAYER
Participante de um mercado.
POLÍTICA DE INVESTIMENTO
Na gestão de recursos de um fundo, por exemplo, é a definição
das regras e forma de atuação de como determinado fundo será
administrado.
POLÍTICA DE RENDAS
O Governo estabelece uma política de rendas. Esta política estabelece
controles diretos sobre a remuneração dos fatores diretos de produção
envolvidos na economia tais como salários, depreciações, lucros,
dividendos e preços dos produtos intermediários e finais.
PORTABILIDADE
É a possibilidade do participante transferir, total ou parcialmente, a reserva
matemática de benefícios a conceder do plano de previdência.
PORTAIS HORIZONTAIS
Sites Generalistas
PORTAIS VERTICAIS
Sites Especializados
PORTFÓLIO
É um conjunto (carteira) de títulos e valores mantido por um fundo
mútuo ou por um investidor.
PORTO
Na exportação, é o porto ou localidade onde ocorrerá
o efetivo embarque da mercadoria, ou seja, o último local habilitado do território
nacional de onde sairá a mercadoria com destino ao exterior. Na importação,
é o local onde ocorrerá o efetivo desembarque da mercadoria, isto
é, o primeiro local credenciado do território nacional de onde chegará
a mercadoria proveniente do exterior.
POSIÇÃO EM ABERTO
Saldo de posições mantidas pelo investidor em mercados futuros e de
opções.
POUPANÇA
Parcela da renda não utilizada para consumo.
PRÊMIO
Preço de negociação por ação-objeto de uma opção
de compra ou de venda.
PRAZO DE SUBSCRIÇÃO
Prazo fixado por uma sociedade anônima para que o acionista exerça
seu direito de preferência na subscrição de ações
de sua emissão.
PREÇO DE EXERCÍCIO DA OPÇÃO
Preço por ação pelo qual um titular terá direito de
comprar ou vender a totalidade das ações-objeto da opção.
PREFIXADO
Uma aplicação prefixada tem a sua rentabilidade conhecida previamente,
ao contrário da pós-fixada. O investidor já sabe ao fazer a
aplicação o valor em percentual da rentabilidade a ser recebida.
PREGÃO
Sessão durante a qual se efetuam negócios com papéis registrados
em uma Bolsa de Valores, diretamente na sala de negociações e ou através
do sistema CATS Bovespa.
PREGÃO ELETRÔNICO
Veja CATS Bovespa.
PREJUÍZO
Quando as despesas de uma empresa são superiores às suas receitas.
PREJUÍZO ACUMULADO
É quando uma empresa apresenta prejuízos por mais de um exercício
contábil.
PREVIDÊNCIA PRIVADA
Planos privados complementares à previdência social, de caráter
opcional e voluntário, com benefícios sob a forma de pecúlio
ou renda.
PRIME RATE (TAXA PREFERENCIAL DE JUROS)
Taxa de juros bancária cobrada dos clientes com as melhores avaliações
de crédito. É determinada pelas forças de mercado que afetam
o custo dos recursos de um banco e pelas taxas aceitáveis pelos tomadores
de empréstimos. A taxa preferencial de juros tende a se tornar padrão
em todo o setor bancário quando um banco importante muda sua taxa preferencial
para um patamar mais alto ou mais baixo. É uma taxa de juros de importância
fundamental, uma vez que empréstimos para clientes com avaliações
de créditos inferiores estão freqüentemente atrelados a uma taxa
preferencial. Exemplo, uma companhia de primeira linha (Blue Chips) pode tomar empréstimo
a uma taxa preferencial de 10%, mas uma empresa pequena, de menor credibilidade,
poderá tomar um empréstimo junto ao mesmo banco a taxa preferencial
mais 2%, ou seja 12%. Embora a taxa preferencial dos grandes bancos seja o ponto
de referência definitivo da “melhor taxa” de mercado, muitos bancos,
especialmente aqueles em regiões distantes, possuem um sistema duplo de avaliação,
através do qual as empresas com alta avaliação de crédito
podem tomar empréstimos a taxas ainda menores.
PRIMEIRA LINHA
É um jargão do mercado financeiro utilizado pelo mercado para classificar
ações de maior liquidez - aquelas que são mais negociadas.
As ações de primeira linha também são conhecidas como
Bue Chips
PRINCIPAL
É o valor de um empréstimo, não incluindo os juros a serem
pagos.
PRIVATIZAÇÃO
É o processo de transferência do controle acionário governamental
para instituições privadas ou pessoas físicas.
PROGRAMA BETA
Programas beta são produtos não finalizados, liberados por seus fabricantes
para testes, comentários e sugestões dos usuários. Como não
são cópias finais, costumam apresentar defeitos que podem, eventualmente,
prejudicar o desempenho de outros programas instalados no computador do usuário.
Os fabricantes de software beta raramente se responsabilizam, também, pelos
danos causados por seus produtos beta, assim como não oferecem suporte para
o usuário. Por esse motivo, recomenda-se que o usuário tome as seguintes
precauções antes de instalar um software beta: Não instale
o software beta no seu micro de trabalho; instale-o num computador para testes,
do qual você não dependa no seu dia-a-dia. Leia atentamente o arquivo
README e outros documentos em que o fabricante esclareça as suas responsabilidades
pelo produto e informe o método de instalação e os bugs conhecidos.
PROPONENTE
É o termo de usado para o cliente que possui uma proposta para adquirir o
cartão que esta sob aprovação.
PROPOSTA
Representa a vontade do Segurado de transferir o risco para o segurador. Pode ser
preenchida pelo próprio segurado, pelo seu representante legal ou pelo corretor
de seguros.
PROPOSTA DE INSCRIÇÃO
É o documento mediante o qual o interessado expressa a intenção
de aderir ao Plano de Previdência Privada, manifestando ter pleno conhecimento
das condições estabelecidas no Regulamento e no Contrato.
PROVENTOS
Veja Benefícios.
PROXY
É a hipótese utilizada como referência para se estimar o valor
de uma variável, antes de conhecê-la
PULVERIZAR O RISCO
Significa distribuir ou dividir as responsabilidades do risco assumido.
PUT
Veja Opção de venda de ações.
QUADRO DE COTAÇÕES
Local no recinto de negociações das Bolsas de Valores onde os diversos
preços e quantidade de ações negociadas são apresentados.
QUANTIDADE
É a quantidade de ações que foram negociadas pelo mercado até
o momento
QUOTA
Fração de um fundo, com base no seu patrimônio líquido.
Ela varia de produto para produto e de banco para banco, porque cada fundo tem um
número de quotista e um patrimônio líquido diferente. Todo valor
aplicado em um fundo é transformado em uma quantidade de quotas que irão
evoluir de acordo com o desempenho da carteira do fundo. Todo investidor de um fundo
é proprietário de quotas desse fundo. Multiplicando a quantidade de
quotas pelo valor atualizado da quota (publicado diariamente pelos jornais), o investidor
obtém o valor atualizado do seu investimento inicial.
RATING
É a classificação de risco de um banco, de um país ou
de um ativo feita por uma empresa especializada.
RDB (RECIBO DE DEPóSITO BANCáRIO)
Tipo de aplicação em renda fixa, cujo rendimento é uma taxa
de juros previamente combinada e negociável diretamente com o banco. O RDB
não permite retirada antecipada dos recursos aplicados, nem negociação
no mercado secundário.
RECEITA BRUTA
Total de reais recebido pela venda dos produtos ou serviços da empresa, sem
qualquer dedução de impostos.
RECEITA LÍQUIDA
É a receita bruta menos as devoluções de produtos e os impostos
pagos pela empresa.
RECESSÃO
Termo utilizado para designar o crescimento negativo da economia de um país,
ou de seu PIB.
RECIBO DE SUBSCRIÇÃO
Documento que comprova o exercício do direito de subscrição
(de receber novas ações emitidas por uma sociedade anônima).
Ele pode ser negociado em bolsa.
RECOMPRA
Termo utilizado para identificar o resgate de um ativo financeiro.
RECURSOS ADMINISTRADOS
Valores sobre os quais as decisões de investimento são centralizadas
na figura de um gestor ou de uma administradora. Os valores podem ser próprios
ou de terceiros.
RECURSOS DE TERCEIROS
Expressão habitualmente empregada por profissionais de finanças e
do mercado financeiro, para designar valores de propriedade de outras empresas ou
pessoas. No popular, significa "dinheiro dos outros".
REFERENCIADO CÂMBIO
Procuram acompanhar o mais próximo possível a variação
das taxas oficiais de câmbio do Real e do dólar norte-americano, estando
sujeitos também às oscilações das taxas de juros domésticas
(do Brasil) sobre o dólar. São boa opção para quem tem
por objetivo manter o patrimônio em dólar ou para quem tem dívidas
nessa moeda.
REFERENCIADO DI
Pelo menos 95% dos recursos dos fundos DI são aplicados em títulos
públicos federais ou em títulos de renda fixa de emissores com baixo
risco de crédito. Na prática, 95% da carteira acompanha a variação
dos Certificados de Depósito Interbancário (CDI) e a taxa Selic, o
que garante baixíssimo risco para o investidor. Os fundos DI são boa
opção para os investidores de perfil conservador.
REFERENCIADOS RENDA FIXA
Buscam retorno através de investimentos em ativos de renda fixa (também
podem ser incluídos títulos sintetizados através de uso de
derivativos). Ficam fora dessa categoria estratégias que impliquem em risco
de índices de preço (IGPM, por exemplo), de moeda estrangeira ou de
renda variável (ações). Estes fundos enquadram-se como “não
referenciados”, conforme definido no artigo 4 da circular 2958.
REGISTRO EM BOLSA
Condição para que uma empresa tenha suas ações admitidas
à cotação em uma bolsa de valores, desde que satisfaça
as normas estabelecidas pela mesma.
REGULAMENTO
É o instrumento jurídico que disciplina os direitos e obrigações
das partes contratantes, bem como as características gerais do plano de previdência
privada, sendo parte integrante da proposta de inscrição e mencionado
no contrato.
RENDA DO PLANO DE PREVIDÊNCIA
É o benefício do plano representado por uma série de pagamentos
mensais ao participante ou ao(s) beneficiário(s), calculado de acordo com
a Nota Técnica Atuarial e com o tipo de renda mensal contratado.
RENDA FIXA
Tipo de aplicação na qual a rentabilidade pode ser determinada previamente
ou que segue taxas conhecidas do mercado financeiro. São exemplos de renda
fixa CDB ,Certificado de Depósito Bancário e debêntures.
RENDA FIXA COM ALAVANCAGEM
Buscam retorno através de investimentos em ativos de renda fixa de qualquer
espectro de risco de crédito, incluindo-se estratégias que impliquem
em risco de índices de preço, excluindo-se porém investimentos
que impliquem em risco de oscilações de moeda estrangeira e de renda
variável (ações etc). Diferenciam-se dos fundos de renda fixa
multi-índices apenas pela possibilidade de fazer alavancagem.
RENDA FIXA CRÉDITO
Busca retorno no mercado de juros doméstico, investindo em títulos
de renda fixa de qualquer espectro de risco de crédito, excluindo-se estratégias
que impliquem em risco de índices de preço, de moeda estrangeira ou
de renda variável (ações, opções etc), não
sendo admitida alavancagem da carteira. Esses fundos não se enquadram nos
artigos 2 e 4 da circular 2958.Diferencia-se do Fundo de Renda Fixa apenas pela
possibilidade de investimentos com risco de crédito acima do limite previsto
na legislação dos "não referenciados".
RENDA FIXA MULTI-ÍNDICES
Busca retorno através de investimentos em ativos de renda fixa de qualquer
espectro de risco de crédito, incluindo-se estratégias que impliquem
em risco de índices de preço. Incluem-se nesta categoria os fundos
de renda fixa com risco de indexadores (fundos IGPM, etc) sem alavancagem, entre
outros. São vedados investimentos que impliquem em risco de renda variável
(ações) e de dólar.
RENDA VARIÁVEL
Tipo de investimento no qual a rentabilidade não pode ser determinada na
data da realização do investimento. Uma aplicação é
considerada renda variável quando o retorno ou rendimento desta aplicação
é pouco previsível pois está sujeita a grandes variações
de acordo com o mercado. Ações de empresas são exemplos de
renda variável.
RENTABILIDADE
Medida de ganho financeiro nominal sobre o total do investimento, expressa em termos
percentuais. Ex.: Um investimento inicial de R$ 100,00, que hoje vale R$ 105,00,
gerou um ganho financeiro nominal de R$ 5,00 e uma rentabilidade de 5%.
RESERVA MATEMÁTICA DE BENEFÍCIOS A CONCEDER
É o saldo individualizado, apurado durante o período de diferimento,
decorrente da movimentação de recursos de cada participante e/ou das
contribuições da Instituidora, sendo seu valor atualizado diariamente
em função da valorização das quotas do FIFE.
RESERVA MATEMÁTICA DE BENEFÍCIOS CONCEDIDOS
É o montante de recursos destinado a garantir o pagamento de benefício
do plano de previdência, constituído pela movimentação
e remuneração de recursos tranferidos da reserva matemática
de benefícios a conceder, na data de concessão do benefício.
RESERVAS CAMBIAIS
Refletem o montante de moeda estrangeira (e ouro) acumulado pelo país. O
resultado do Balanço de Pagamentos, que reflete o resultado monetário
das transações de bens e serviços realizadas pelos brasileiros
com o exterior (Saldo em transações correntes), assim como o fluxo
de capitais entre o país e o exterior (sejam empréstimos, financiamentos,
aplicações em mercado financeiro, investimento direto em plantas industriais,
etc), vai exprimir se houve acúmulo ou perda de moeda estrangeira no período,
refletindo, portanto a variação das reservas cambiais. Vale lembrar
que o Balanço de Pagamentos registra somente um fluxo monetário dentro
de um determinado período (em geral os resultados são apresentados
em trimestres ou anuais), enquanto que as Reservas Cambiais revelam o estoque de
moedas estrangeiras em um determinado momento.
RESGATE
O ato de retirada, pelo investidor, do total ou parte dos recursos investidos em
determinada aplicação. Ex.: Um investidor possuia uma aplicação
de R$ 2.000,00 em um fundo de investimento e resgatou R$ 700,00.
RESGATE AUTOMÁTICO
É um tipo de resgate previamente programado pela instituição
financeira, não necessitando da ordem ou comando por parte do investidor,
no momento do resgate.
RESGATE DO PLANO DE PREVIDÊNCIA
É o pagamento, total ou parcial, ao participante ou beneficiário(s),
da reserva matemática de benefícios a conceder, durante o período
de diferimento.
RESGATE MÍNIMO
É o valor mínimo que pode ser retirado (sacado) pelo investidor de
uma determinada aplicação. Resgates inferiores a esta quantia não
são permitidos pelo fundo de investimento. O valor do resgate mínimo
varia de fundo para fundo.
RESISTÊNCIA
Jargão usado por profissionais do mercado financeiro que sugere um limite
de alta de alguma ação, título ou índice.
RESOLUÇÃO
Norma legal reguladora do mercado financeiro emitida, por exemplo, pelo Banco Central
(BC)ou pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
RESSEGURO
É a operação de que se vale um ou mais seguradores para transferir
à seguradora o excesso de responsabilidade que ultrapassa o limite de sua
capacidade de retenção de riscos. Diminui sua responsabilidade na
aceitação de um risco considerado perigoso.
RISCO
Grau de incerteza da rentabilidade (retorno) de um investimento. Ex.: afirmar que
um investimento é de alto risco significa que temos pouca chance de prever
com precisão a rentabilidade deste investimento. Em contrapartida, esse investimento
oferece possibilidade de retorno superior a um investimento conservador. No jargão
financeiro, a palavra "risco" está sempre associada à probabilidade
de ganhos ou perdas acima ou abaixo da média de mercado. O investidor deve
estar atento a essa diferença, porque na linguagem cotidiana a palavra "risco"
muitas vezes é usada para indicar a possibilidade de perda/diminuição
ou manutenção do estado atual, excluindo a possibilidade de ganho/
retorno/crescimento.
RISCO DE CRÉDITO
Termo que associa determinado título a probabilidade do mesmo não
poder ser honrado, pelo emissor, no caso de um evento imprevisto. Ex.: no caso de
falência de uma empresa as debêntures, de emissão da mesma, dificilmente
serão honradas.
RISCO-PAÍS
Mede a taxa que o investidor exige acima da rentabilidade dos papéis do Tesouro
americano. Foi criado pelo banco americano J. P. Morgan Chase em 1993, coma intenção
de mostrar a seus clientes que os riscos de investir nos 17 países emergentes
que ele acompanha era menor do que eles imaginavam. O nome oficial do índice
é EMBI. Se o índice da Argentina está em 14.888, por exemplo,
isso significa que quem comprar títulos da Argentina ganhará 14,88%
acima do bônus do Tesouro americano com prazo de vencimento equivalente.
ROYALTY
Valor pago ao detentor de uma marca, patente, processo de produção,
produto ou obra original pelos direitos de sua exploração comercial.
S&P 500
Índice elaborado pela consultoria americana Standard & Poor´s,
que reflete o desempenho na Bolsa de Valores de Nova York. Um comitê da Standard
& Poor`s elege as 500 companhias líderes nos setores mais importantes
da economia.norte-americana para compor este índice. Juntamente com o Dow
Jones, o S&P 500 está entre os indicadores mais usados para acompanhar
o mercado de capitais dos Estados Unidos.
SALA DE NEGOCIAÇÕES
Local adequado ao encontro dos representantes de corretoras de valores e à
realização, entre eles, de transações de compra e de
venda de ações/opções, em mercado livre e aberto.
SALDO COMERCIAL
Resultado das exportações menos as importações. Se o
saldo é positivo, chama-se de superavit; se negativo, chama-se de deficit.
SECEX
Secretaria de Comércio Exterior
SECURITIZAÇÃO
Operação financeira que faz a conversão de um empréstimo
(dívida) e outros ativos, em títulos negociáveis (securities).
Chamamos de securitização o ato de, por exemplo, pegar um empréstimo,
dividir em partes, transformar em títulos negociáveis e vender estes
títulos a investidores.
SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS
É a transformação de um recebível (um título
cujo valor será recebido num momento futuro) em títulos negociáveis
para vendê-los a investidores. Um dos objetivos da securitização
de recebíveis é a redução do risco da carteira de investimentos,
ao mesmo tempo que aumenta a possibilidade de rentabilidade para o investidor.
SEGMENTAÇÃO
Separação e classificação por algum critério
preestabelecido. Ex.: a segmentação dos fundos de investimento do
banco é feita por grau de risco.
SEGUNDA LINHA
Jargão utilizado no mercado financeiro para caracterizar um tipo de ação.
Ações de segunda linha são aquelas que apresentam menor liquidez
nas bolsas de valores.
SEGURADO
Pessoa física ou jurídica, em nome de quem se faz o seguro e que se
compromete a pagar um prêmio à Seguradora.
SEGURADOR
Empresa legalmente constituída para assumir e gerir riscos, devidamente especificados
no contrato de seguro. E quem paga a indenização ao Segurado ou aos
seus Beneficiários, no caso da ocorrência de sinistro.
SEGURO
Contrato em que uma das partes (segurador) se obriga para com a outra (segurado),
mediante o recebimento de uma importância estipulada (prêmio), a indenizá-la
de um prejuízo (sinistro), resultante de um evento futuro, possível
e incerto (risco), indicado no contrato.
SELIC
Criado em 1979, o Sistema Especial de Liquidação e de Custódia
- SELIC destina-se ao registro de títulos e de depósitos interfinanceiros
por meio de equipamento eletrônico de teleprocessamento, em contas gráficas
abertas em nome de seus participantes, bem como ao processamento, utilizando-se
o mesmo mecanismo, de operações de movimentação, resgate,
ofertas públicas e respectivas liquidações financeiras.
SERPRO
Serviço Federal de Processamento de Dados.
SHAREWARE
Programa criado por autor independente. Pode ser utilizado com liberdade por qualquer
pessoa, durante um determinado período, antes de ser adquirido. Na maioria
das vezes, esses programas exibem, de tempos em tempos, uma mensagem avisando que
ele deve ser registrado, pagando-se uma taxa ao seu criador. Outros tipos de sharewares
têm tempo de vida limitado. Depois de expirado o limite de teste, só
funcionam com uma senha, obtida junto ao autor do programa mediante o pagamento
de uma taxa de registro.
SINISTRO
Realização do risco previsto no contrato de seguro causando danos
materiais ou pessoais ao segurado ou a seus beneficiários. Ocorrência
do risco, cujas conseqüências economicamente danosas estejam cobertas
pela apólice. Pode ser total ou parcial.
SISBACEN (SISTEMA DE OPERAÇÕES E CONTROLE DO BANCO CENTRAL)
É o instrumento de comunicação computadorizado do Banco Central
com as instituições financeiras, que por sua vez têm seus computadores
conectados a esse sistema. Recebem informações do Bacen e enviam dados
sobre suas operações financeiras e cambiais.
SISBEX
Sistema de negociação secundária de títulos públicos
da Bolsa do Rio.
SMALL CAPS
Ações com baixa liquidez, também conhecidas como ações
de segunda linha.
SMART CARD
É um cartão de crédito que contém um chip que o permite
agregar novas utilidades, como uma agenda eletrônica onde você pode
armazenar dados pessoais.
SND (SISTEMA NACIONAL DE DEBÊNTURES)
Ele integra parte do sistema CETIP e sua função é manter registros
e cadastros de todas as debêntures emitidas e negociadas no mercado Sobrevalorização
(quando determinado ativo está valendo mais do que seu valor real).
SOBRAS DE SUBSCRIÇÃO
Direitos referentes ao não exercício de preferência em uma subscrição.
SOCIEDADE ANÔNIMA
Empresa que tem o capital dividido em ações, com a responsabilidade
de seus acionistas limitada proporcionalmente ao valor de emissão das ações
subscritas ou adquiridas.
SOCIEDADE CORRETORA
Instituição auxiliar do sistema financeiro, que opera no mercado de
capitais com títulos e valores mobiliários, em especial no mercado
de ações. É a intermediária entre os investidores nas
transações em Bolsas de Valores. Administra carteiras de ações,
fundos mútuos e clubes de investimentos, entre outras atribuições.
SOCIEDADES SEGURADORAS
Empresas que têm como atribuição administrar eficientemente
os seguros que lhes são confiados. Operam na aceitação de riscos
de seguro e respondem junto ao Segurado pelas obrigações assumidas.
Atuam respeitando a política traçada pelo CNSP.
SPLIT
Elevação do número de ações representantes do
capital de uma empresa através do desdobramento, com a correspondente redução
de seu valor nominal.
SPREAD
Veja Diferencial.
SúMULA DA ANDIMA
É a publicação da Andima que contém toda a legislação
referente a produtos, ativos e operações específicas do mercado
financeiro. São atualizadas à medida que a legislação
é modificada. Nesta súmula estão inclusos, entre outros, os
seguintes títulos: swap, derivativos, debêntures, notas promissórias.
STRADDLE
Compra ou venda, por um mesmo investidor, de igual número de opções
de compra e de venda sobre a mesma ação-objeto, com idênticos
preços de exercício e datas de vencimento.
SUBSCRIÇÃO
Lançamento de novas ações por uma sociedade anônima,
com a finalidade de obter os recursos necessários para investimento.
SUBSCRIÇÃO DE AÇÕES
É um direito estendido aos acionistas para aquisição de ações
da empresa, quando esta decide emitir novas ações para aumentar seu
capital. O preço e prazo oferecido aos acionistas são pré-estabelecidos.
SUCESS FEE
É sinônimo de taxa de performance. Percentual cobrado pelos bancos
sobre uma parcela da rentabilidade do fundo de investimento, que exceder a variação
de um determinado índice previamente estabelecido. Ex: Se a taxa de performance
é de 25% sobre o IGP-M, significa que este percentual será cobrado
sobre os rendimentos que ultrapassarem a variação do IGP-M no período.
SUPERÁVIT COMERCIAL
Quando o valor das exportações supera o valor das importações
de um país.
SUPERÁVIT PRIMÁRIO
É o valor que o governo gasta a menos do que arrecada, excluído do
cálculo a dívida pública.
SUPORTE
Termo usado pelos Analistas Técnicos. Analisando um gráfico, percebemos
que ele apresenta topos e fundos. A esses fundos, é dado o nome de suporte.
Uma ação atinge o suporte quando as compras feitas pelos investidores
são fortes suficientes para interromper o processo de queda durante algum
tempo e, possivelmente até revertê-lo. É o ponto onde as compras
estão superando as vendas.
SWAP DE CRÉDITO (CRÉDITO DEFAULT)
Derivativo que tem como objetivo a proteção contra o risco de crédito
de uma contraparte.
TR (TAXA REFERENCIAL DE JUROS)
A TR foi criada no Plano Collor II com a intenção de ser uma taxa
básica referencial dos juros a serem praticados no mês. Atualmente
é utilizada no cálculo do rendimento de vários investimentos,
tais como títulos públicos, caderneta de poupança. E também
em outras operações, tais como empréstimos do SFH, pagamentos
a prazo e seguros em geral. A metodologia de cálculo da TR tem como base
a taxa média mensal ponderada ajustada dos CDBs prefixados das 30 instituições
financeiras selecionadas, sendo eliminadas as duas de menor e as duas de maior taxa
média. A base de cálculo da TR é o dia de referência,
sendo calculada no dia útil posterior. Sobre a média apurada das taxas
dos CDBs é aplicado um redutor que varia mensalmente.
TRADING POST
Sistema de negociações contínuas realizadas através
de postos de negociações, tendo como objetivo dar homogeneidade aos
trabalhos, em função da quantidade de negócios, permitindo,
assim, distribuir uniformemente o fluxo de operações pelo recinto
- sala de negociações.
TRANSAÇÕES CORRENTES
Corresponde a soma das balanças comerciais, de serviços e das transferências
unilaterais.
TRANSFERÊNCIA DE QUOTAS
É um dos caminhos para se trocar o titular das quotas, apenas uma forma de
trocar o dono das quotas de um determinado fundo.
TRAVA DE BAIXA
Estratégia utilizada para limitar o prejuízo, que combina a venda
de uma opção de compra (call) simultaneamente com a compra de uma
outra opção de compra (call).
TRIBUTAÇÃO
Cobrança de impostos devidos.
UNDERWRITERS Instituições financeiras especializadas em operações
de lançamento de ações no mercado primário. No Brasil,
tais instituições são, em geral: bancos múltiplos ou
bancos de investimentos, sociedades distribuidoras e corretoras que mantém
equipes formadas por analistas e técnicos capazes de orientar os empresários,
indicando-lhes as condições e a melhor oportunidade para que uma empresa
abra seu capital ao público investidor, através de operações
de lançamento. UNDERWRITING Esquema de lançamento de ações
mediante subscrição pública parao qual uma empresa encarrega
um intermediário financeiro que será responsável por sua colocação
no mercado.
VALOR DE EXERCÍCIO DA OPÇÃO
Preço de exercício por opção, multiplicado pelo número
de ações que compõem o lote-padrão de uma opção.
VALOR INTRÍNSECO DA OPÇÃO
Diferença, quando positiva, entre o preço a vista de uma ação-objeto
e o preço de exercício da opção, no caso de uma opção
de compra, e entre o preço de exercício e o preço a vista,
no caso de uma opção de venda.
VALOR NOMINAL DA AÇÃO
Valor mencionado no estatuto social de uma empresa e atribuído a uma ação
representativa de seu capital.
VALOR PATRIMONIAL DA AÇÃO
Resultado da divisão entre o patrimônio líquido e o número
de ações da empresa.
VALOR PRESENTE LÍQUIDO (VPL)
Expressão utilizada na área de finanças para analisar investimentos
em projetos. O VPL é usado para se determinar quanto o projeto valeria hoje.
No cálculo, desconta-se o fluxo de caixa gerado pelo projeto usando uma taxa
representativa do risco.
VALOR UNITÁRIO DA AÇÃO
Quociente entre o valor do capital social realizado de uma empresa e o número
de ações emitidas.
VALORIZAÇÃO DA CARTEIRA
Indicador divulgado em termos percentuais que visa traduzir o ganho de valor da
carteira de investimento durante um determinado período de tempo.
VALUE AT RISK OU VAR
Nos permite medir a probabilidade de perda de determinada aplicação
em diversos cenários adversos da economia
VARIAÇÃO
Diferença entre os preços de um determinado título em dois
instantes considerados.
VARIAÇÃO CAMBIAL
Percentual divulgado que indica a variação da taxa de câmbio
num determinado período de tempo.
VARIAÇÃO NEGATIVA DA QUOTA
Percentual divulgado que indica a desvalorização (perda de valor)
de uma quota, durante determinado período de tempo. Significa dizer o quanto
o valor da cotação de um título ou fundo de investimento caiu.
VARIAÇÃO POSITIVA DA QUOTA
Percentual divulgado que indica a valorização (ganho de valor) de
uma quota, durante determinado período de tempo. Significa dizer o quanto
o valor da cotação de um título ou fundo de investimento aumentou.
VENDA EM MARGEM
Venda, a vista, de ações obtidas por empréstimo, pelo investidor,
em uma sociedade corretora que opere em bolsa. È uma modalidade de operações
da Conta Margem.
VENDOR
É uma operação de financiamento de vendas, baseado no princípio
da cessão de crédito , que permite a uma empresa vender seu produto
a prazo e receber o pagamento à vista. O vendor supõe que a empresa
compradora seja cliente tradicional da vendedora, pois esta é que irá
assumir o risco do negócio, junto ao banco. Em resumo, é uma modalidade
de financiamento de vendas para empresas, na qual quem contrata o crédito
é o vendedor do bem, mas quem paga o crédito é o comprador.
VIÉS
Mecanismo que permite ao Banco Central alterar as taxas de juros, antes mesmo da
reunião do Copom. Viés deixou de ser de baixa" e virou "neutro",
ou seja podem haver alterações tanto de elevação como
de redução dos juros, antes da próxima reunião.
VIA DE TRANSPORTE
Na exportação, modalidade utilizada para o transporte da mercadoria
a partir do último local de embarque para o exterior. Na importação,
configura-se através do meio de acesso da mercadoria ao primeiro local de
entrada no território nacional. De acordo com o estabelecido no âmbito
dos países do Mercosul, o Brasil adota as seguintes modalidades de transporte:
marítima, fluvial, lacustre, aérea, postal, ferroviária, rodoviária,
tubo-conduto e meios próprios.
VOLATILIDADE
Indica o grau médio de variação das cotações
de um título em um determinado período.
VOLUME
É o volume financeiro, dinheiro, negociado por um determinado papel ou pela
bolsa.
VOTO
Direito que tem o proprietário de ações ordinárias -
ou preferenciais não destituídas dessa faculdade - de participar das
deliberações nas assembléias gerais.
WALL STREET
Termo que designa a comunidade financeira de Nova Iorque, concentrada na rua do
mesmo nome, em Manhattan, onde se encontram a Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE),
várias bolsas de mercadorias e as sedes dos principais bancos, companhias
de seguros, corretoras e outras instituições financeiras dos Estados
Unidos.
WARRANTS
Títulos que dão ao seu portador o direito, mas não a obrigação,
de comprar ações ordinárias de uma empresa a preço fixo
dentro de um certo período.
WRITE-OFF
Escrituração de uma perda decorrente de uma dívida não
paga. Em finanças internacionais, o write-off implica na eliminação
ou na desvalorização da dívida externa de um país.
NENHUM TERMO FOI ENCONTRADO
NENHUM TERMO FOI ENCONTRADO
NENHUM TERMO FOI ENCONTRADO
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